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Quarta Colônia Italiana do RS

terça-feira, 14 de outubro de 2008

PADRE AGOSTINHO RORATO

Com muita fé e coragem exerceu um grande ministério sacerdotal, deixando marcas em Novo Treviso.

Nascido em 5 de março de 1881, filho de Giácomo Francesco Rorato e Maria Polidoro chegaram ao Brasil, com seis anos de idade, junto com seus pais, mais os irmãos em 15 de abril de 1887, que se estabeleceram em Vale Vêneto-RS. Nasceu aos dois de fevereiro de 1881, em Oderzo, batizado no mesmo dia, em Chiarano, Província de Treviso. Ingressou no Seminário dos Padres Palotinos, em 10 de abril de 1904. Fez estudo em Vale Vêneto em Porto Alegre e foi ordenado padre palotino em 10/04/1903.
De 1903 a 1921 exerceu o ministério sacerdotal em Porto Alegre, Santa Maria e, novamente em Porto Alegre. No dia 06/03/1921 foi transferido para Novo Treviso, que em 13/02/1925, passou a ser Paróquia. Pe. Agostinho foi o primeiro Pároco de Novo Treviso, onde substituiu o Padre Schuster, fundador da Paróquia e primeiro pároco, cargo que desempenhou até 1962, quando o substituiu o Pe. José Giuliani. Mas Pe. Agostinho continuou residindo em Novo Treviso até sua morte, que se deu no dia 03/07/1965.


Parte da história de Novo Treviso se confunde com a do Padre Agostinho. A história desta localidade se origina em 1885, com o nome de Geringonça, que mais tarde se denominaria de Novo Treviso, por serem os colonizadores na maioria por trevisanos, vindos depois os belunenses e os friulianos. O primeiro nome foi em homenagem a um arroio que corre próximo da vila O atendimento religioso começou em 1887, pelo palotinos de Vale Vêneto, quando a população construiu uma modesta capela inaugurada em 1891.
Em 1898, estabeleceu-se lá o Pe. Francisco Xavier Schuster, que permaneceu até 1816, quando foi substituído pelo Pe. Alberto Schuermann. A Paróquia foi criada em 13 de fevereiro de 1925, quando se desmembrou de Nova Palma. Em 1921, assumiu como Pároco o Pe. Agostinho, lá permanecendo até sua morte em 1969. Portanto, permaneceu por 48 anos, nesta Paróquia.
Já com idade avançada, passou muitos anos enfermo, e era cuidado pela sua sobrinha Carmelinda Rorato (mais conhecida como Carmen), até falecer.
Sua morte ocorreu, no dia 23 de julho de 1969. Está sepultado no cemitério dos palotinos em Vale Vêneto.
Em Novo Treviso, foi erguido um monumento em sua homenagem, pelos seus préstimos e anos de sacerdócio dedicado àquela comunidade religiosa. No pedestal, com seu busto, na parte superior, está escrito: “Ao Seu Benemérito Gran Padre Agostinho Rorato SAC recordação de teu povo de Novo Treviso”. O Padre Agostinho, juntamente com o Padre Rafael Iop, trabalhou também na Paróquia do Bairro Tristeza em Porto Alegre, onde prestavam além da Paróquia assistência espiritual à colônia italiana da Vila Nova, próxima da capital.
Pe. Agostinho era um homem muito carismático. Paciencioso, embora com um temperamento um pouco forte. Era muito respeitado pelas suas palavras. Os fiéis acreditavam muito na sua palavra. Relatos dos moradores, que fazia uma grande estiagem na região. Então convocou os fiéis da Paróquia, dizendo; vamos todos subir o morro rezando, pedindo chuva a Deus, e retornaremos descendo o morro rezando, e quando chegarmos, aqui na igreja, haverá chuva abundante. Quando os pregadores, junto com o sacerdote retornavam, ocorreu forte chuva e todos chegaram ao pé do morro, molhados, acabando assim, com o jejum de chuvas. Com isto, aumentando ainda mais, a crença com o padre. Ele era muito bonachão, dizem alguns moradores, por isso ele ficou aqui em Novo Treviso, durante 44 anos. Nunca desejamos a sua transferência.
Muito procurado, prestava conselhos aos que necessitavam, nunca exigindo nada em troca. Novo Treviso está encravada entre montanhas, quase não se percebendo a presença de muitos moradores. Mas quando há missa ou festa, descendo ladeira abaixo, aparece um grande numero de pessoas que ali residem, mostrando assim toda a sua fé e religiosidade.
Padre Agostinho era muito devoto de Santa Terezinha. Orientava seus fiéis a pregar para a sua Santa de devoção.















Fotos da Igreja São Marcos de Nova Treviso onde trabalhou o Padre Agostinho: Confessionário e Sacristia;















Púlpito onde realizava os sermões, o dormitório na Casa paroquial;







A Igreja São Marcos sede da Paróquia, a Casa Paroquial, tudo isso em Novo Treviso.










Na última foto o seu túmulo, no cemitério de Vale Vêneto, na ala dos Padres Palotinos.

Novo Treviso - vista do Google Hearth

6 comentários:

ita disse...

sera que pr agot podera vir ser santo algun dia .pois tenho uma irma e tia izolina que sao muinto devotas dele qualquer atrapalho pucha osantinho e resan epeden grassas . ita

ita disse...

nao sei se receberam um comtr que mandei.sou neto da pina csd com bepe pozz que era pai de alfredo que e meu pai , alfredo era afilhado de padre agostinho .a izolina que falta na fmli de pina e das mais novas . pesso desculpa porque eu nao sei nada de computador

ita disse...

eu pergunto se ag rorato de sata rosa e o colega do meu irmao renato abraço ita

ita disse...

nao sei se receberam um comtr que mandei.sou neto da pina csd com bepe pozz que era pai de alfredo que e meu pai , alfredo era afilhado de padre agostinho .a izolina que falta na fmli de pina e das mais novas . pesso desculpa porque eu nao sei nada de computador

A.G. Rorato disse...

Olá, Ita!
- Li sim o comtrio e quero acrescentar na família.
- Gostaria de saber se Iszolina era casada com Antonio Tascheto.
- Quanto ao Padre Agostinho existem muitos devotos e que recorrem a ele nos momentos dificeis.
- ag (Atanagildo Germano) Rorato
de Santa Rosa....
- mandem informações e fotos para acrescentar na nossa história.
Abraços...

ita disse...

izolina r casada com elio cirolini mora ao lado do posto fuzer em sao miguel em restinga seca .abraço ita