Yeda Rorato Crusius é homenageada durante visita ao distrito de Vale Vêneto, em São João do Polêsine-RS.
Foto:Silvio Alves / Palácio Piratini
A governadora Yeda Rorato Crusius recebe quadro com foto de sua bisavó italiana, Maria Gotardo Rorato, presente dos primos, durante visita ao Distrito de Vale Vêneto, no município. Na foto aparecem Adagir Rorato, a Governadora e Aida Rorato. Também participaram da homenagem Arlindo Rorato e Nair Rorato Giacomini, entre outros parentes.
Extraído de: Governo do Estado do Rio Grande do Sul - 14 de Maio de 2010
A vinda dos imigrantes italianos para o Rio Grande do Sul, especialmente os descendentes da família Rorato, foi o tema da homenagem realizada, nesta sexta-feira (14), pela comunidade do Vale do Vêneto à governadora Yeda Crusius. Ao cumprir agenda na Região Central do Estado, Yeda visitou a localidade de São João do Polêsine, onde reencontrou familiares. Acompanhada de todos os prefeitos da 4ª Colônia, do secretário de Infraestrutura, Daniel Andrade, e do diretor do Daer, Vicente Brito Pereira, Yeda foi recebida com festa, música italiana e café colonial.
Um quadro com a imagem da bisavó italiana de Yeda, Maria Gotardo Rorato, foi entregue à governadora pelo primo Arlindo Rorato e pela prima Aída Rorato Kiüsener. "Sinto uma alegria extraordinária de abraçar Yeda, meu coração está realizado. A foto da nossa bisavó é muito parecida com ela. O sangue puxa: Yeda é uma guerreira, uma desbravadora, uma Rorato", disse.
A família Rorato chegou ao RS em 1887, e o avô de Yeda, Giusepe Rorato, ficou em São Paulo. "Poucas vezes vocês me verão tão à vontade. É que me sinto em casa, feliz e emocionada por encontrar as pessoas da minha família e reencontrar a minha história", agradeceu. "A família motiva o jeito de fazer política, realista dentro do critério da verdade."
Na ocasião, a 3ª Regional da Defesa Civil também recebeu uma homenagem especial pelo trabalho realizado nos eventos climáticos registrados na região. "A Defesa Civil nos trouxe apoio material e humano imediato", disse a prefeita de São João do Polêsine, Denise Milanesi.
Rodovia ERS 149
De acordo com Yeda Crusius, o Governo do Estado está trabalhando para a retomada das obras da rodovia. "Gostaria de dar uma notícia concreta da retomada da ERS 149, mas como, para mim, a obra só existe quando o contrato é assinado, o que posso dizer é que ele está sendo repactuado pelo Daer e, em breve, teremos esta boa notícia anunciada", afirmou.
A governadora enfatizou, ainda, que o conjunto de investimentos com recursos próprios do Estado no setor rodoviário chega a 365 obras em andamento, lembrando que, por meio do ajuste fiscal, considerado inédito pelo Banco Mundial, foi possível entregar inúmeras obras às comunidades.
Famílias Rorato e Desconzi de Santa Maria estão de luto.
Após longa enfermidade, faleceu na quinta-feira, 07 de maio de 2010, aos 91 anos, Alda Ana Rorato Desconzi. Neta dos imigrantes italianos Francesco Giacomo Rorato e Maria Polidoro Rorato, Alda era 2ª filha do casal José Domingos Rorato e Elizabetha Marcuzzzo Rorato e nasceu em 18 de outubro de 1918. Casada com Alfredo Desconzi (falecido em 2006), em 23 de setembro de 1942, em Vale Vêneto, São João do Polêsine-RS, e foi residir em Santa Maria-RS, onde nasceram seus 8 filhos: Amauri Luiz, Lauri Bernardino, Neusa Anita, Ênio Agostinho, Ieda Luiza, Vera Maria, Ivoni Maria e Vicente Hélio, mais 17 netos e sete bisnetos. Alda foi sepultada na manhã de 8 de maio, após uma bela cerimonia religiosa, às 9 horas no Jardim Parque Santa Rita em Camobi – Santa Maria. Foi uma exemplar esposa, mãe e avó dedicada e de muita fé.
Situado a 250 km de Porto Alegre, Vale Vêneto, 2° distrito de São João do Polênise, faz parte de uma das mais belas e aprazíveis regiões turísticas do Rio Grande da Sul: a Quarta Colônia.
Trilhas, cascatas, riachos, montanhas, mirantes e paisagens inesquecíveis formam o cenário local, que oferece além de boa infra-estrutura, a hospitalidade característica dos descendentes de imigrantes italianos que povoaram a região no último quartel do século XIX.
TRILHA SÃO VALENTIN
É um paredão de águas cristalinas com altura de 60 m que forma a cascata branca, onde é possível a prática de Rapel. Você percorre 4 km de mata secundária. Na trilha observa-se uma ruína de pedra basalto, construída pelos imigrantes há mais de 100 anos. A capela de São Valentin, primeira capela construída em Vale Vêneto. Nível médio.
VALE VÊNETO
Meu povo, meu mundo. Povoado desde 1878 meus ancestrais aqui plantaram sonhos,esperança e fé. Sonhos de nova vida,esperança de “far La Merica” e fé em Jesus Cristo. Com isso chegamos ao desenvolvimento. Hoje este Vale que tem o maior festival Internacional de Música Erudita. Se engrandece na lembrança de guerreiros imigrantes italianos.
CASCATA DOS SONHOS
O trajeto é de dois km em meio à mata fechada, onde se pode apreciar uma queda d´água de aproximadamente 40 m de altura. É um momento de contemplação e emoção. Nível difícil. Exige auxílio de cordas e tênis com solado aderente. Nesta trilha é possível juntar ao caminho da Estrada São Patrício somando-se 9 km
TRILHA DA PEDREIRA
Constitui-se em um percurso de 6 km com início na Pousada Recanto. A Pedreira é um local onde antigamente eram extraídas pedras de basalto para construção asfáltica. A trilha segue margeando a “sanga das pedras” que é formada por belas cascatas e um mirante natural. Nível difícil.
TRILHA DA PEDRA DA GRUTA
O ponto culminante desta trilha é a pedra da gruta que está a 180 m de altura em relação a Vale Vêneto, elevando sua adrenalina. No trajeto observam-se vales naturais, montanhas, espécies de árvores nativas. Nível médio à fácil; percurso de 4 km.
TRILHA DAS CANELAS
Percurso de 5 km em nível médio. Iniciando na sociedade Caravél, seguiremos rumo à linha da glória, local onde adentraremos a mata atlântica enriquecida pela presença de exuberantes caneleiras, árvore símbolo da Quarta Colônia. Durante o trajeto haverá uma parada para lanche composto de queijo, salame, polenta, geléias e outras guloseimas da cultura colonial italiana, servido pela família IOP. No local é montada uma pequena feira de produtos coloniais fabricados pela família.
CAMMINO DI FRIULI
O chamado “Cammino di Friuli”, constitui-se em um trajeto de oito quilômetros classificado como de nível fácil, contempla uma paisagem cujos vestígios se confundem com a epopéia da imigração italiana aliado ao verde da mata nativa, a presença de pássaros canoros, o canto das cigarras e a suntuosidade das rochas presentes no trajeto. A trilha segue por um caminho onde é possível apreciar a arquitetura típica colonial italiana em estilo romano. A Capela de São Valentin, primeira capela construída em Vale Vêneto e ainda a possibilidade de degustar licores e vinhos produzidos artesanalmente.
NOITE DE LUAR
Caminhada Noturna. A proposta almeja destacar as potencialidades turísticas local, suas belas paisagens com vales e montanhas verdejantes. Contemplar paisagens cujos vestígios se confundem com a epopéia da imigração italiana. O verde da mata nativa, e um magnífico coro formado por grilos e cigarras e da suntuosidade das rochas presente no trajeto, iluminado por estrelas e a luz da lua. Aliado a estas delícias atrelou-se o espírito de aventura. O objetivo é enxergar além do que os nossos olhos podem ver e para tal os participantes terão a oportunidade de apreciar as belezas do Universo através de potentes telescópios. Desta forma a lua revelará aos nossos olhos suas planícies e crateras. E ainda a possibilidade de enxergar o planeta saturno e seus anéis, júpiter suas luas e estrelas duplas e nebulosas. Ao final do evento brindaremos uma taça de vinho. “salute”! A caminhada noite de luar constitui-se em um trajeto de quatro quilômetros classificado como de nível médio.
Filha da governadora do RS ganha foto da matriarca da família Rorato. (Quinta-feira - 17/12/2009)
Foto da matriarca da família Rorato foi entregue à filha da governadora do RS, Yeda Rorato Crusius A presidente do Comitê de Ação Solidária do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, Tarsila Crusius, ficou surpresa e emocionada com a homenagem feita à sua mãe, a governadora Yeda Rorato Crusius. Enquanto representava a governadora em etapa regional do Programa Rio Grande Jovem, que reuniu 1.700 pessoas no parque Wanderley Burmann, em Ijuí, recentemente, Tarsila recebeu uma fotografia da matriarca da família Rorato no RS, Maria Gutardo Rorato, entregue pela moradora de Ijuí Nayr Rorato. Segundo dona Nayr, Maria Gutardo Rorato veio da Itália para o Brasil viúva e faleceu dois anos após a sua chegada, aos 67 anos, na cidade de Vale Vêneto. A semelhança física entre Maria, Yeda e Tarsila foi apontada por dona Nayr. "Vocês são muito parecidas". Fonte e foto:EMATER/RS
Atanásio Rorato nasceu em 19 de setembro de 1920. Segundo contava Dona Clotilde, sua esposa, Atanásio foi batizado com este nome por seus pais, pois na época do seu nascimento havia em Vale Vêneto as Santa Missões, e um dos sacerdotes pregadores tinha este nome a talvez provavelmente uma homenagem a Santo Atanásio. Ao completar 18 anos, alistou-se e foi servir o exército nacional, no 3º Grupo de Obuzes, na cidade de Cachoeira do Sul. Lá permaneceu por três anos, de 2 de fevereiro de 1942 a 19 de janeiro de 1945, sem poder visitar uma vez se quer seus pais. Foi no período da 2ª guerra mundial. No exército, exerceu a função de telefonista. Ele nos contava, que ainda solteiro, ajudou na construção do Seminário Palotino, tirando areia dos barrancos das estradas e de carroça transportavam até a obra. Casou no dia 23 de agosto de 1947, com Clotilde Maria Dotto, nascida em 5 de maio de 1923, na Linha da Glória.
O casamento civil ocorreu no cartório de Silveira Martins e o religioso na Igreja Corpus Christi de Vale Vêneto. Clotilde é filha de Ângelo Bráz Dotto e Marcelina Iop. Logo após o casamento, trabalhou no Seminário Palotino. Em 1949, transferiu residência para a localidade de Esquina Londero, município de Santa Rosa, depois Horizontina e hoje Dr. Maurício Cardoso, acompanhando a família de seu sogro, onde adquiriu uma propriedade rural de 12 hectares. Foi o que mais se distanciou da família. Naquela época a comunicação e os meios de transporte eram muitos difíceis, em função da precariedade. Encontrava-se muito pouco com os familiares, apenas em casamentos ou em caso de morte de familiar. Quando os filhos cresceram a coisa começou a melhorar e teve então a oportunidade de visitar com alguma freqüência. Lembro que certa vez ficou 20 anos em ver seu irmão Luís, que morava na época em Manoel Viana. Encontraram-se no enterro da mãe Eliza. Foi uma emoção bastante forte. Desbravando muito mato no início e desenvolvendo atividades agrícolas até sua aposentadoria e onde criaram seus cinco filhos, todos lá nascidos. Após ter criado, educado e encaminhado os filhos para a vida através dos estudos, mudou-se no ano de 1985 para a cidade de Santa Rosa, numa chácara rural, no Bairro Cruzeiro. Acometido de vários derrames cerebrais, veio a falecer no dia 7 de maio de 1999. Está sepultado no cemitério do Bairro Cruzeiro. Foi sócio fundador da comunidade católica N.S. de Fátima de Esquina Londero. Era devoto de Nossa Senhora da Rosa Mística e de São Vicente Palotti.
1 – Lucina Maria Rorato – Professora estadual aposentada. Trabalhou nas Escolas de Esquina Londero, Lajeado Bento, Lajeado Vargas e na cidade de Horizontina. Nasceu em 11 de maio de 1951. Casou com Valter Tubiana, em Tucunduva, no dia 27 de janeiro de 1996. Valter, motorista profissional, nasceu em 25 de fevereiro de 1967 e é filho de Vilarim Tubiana (in memorian) e Joveni Leal. Residem em Santa Rosa.
1.1 – Tainara Cristina Tubiana – (in memoriam) 26 de abril de 1988. Está sepultada em Tucunduva.
1.2 – Luiz Henrique Tubiana - nasceu em Santa Rosa, no dia 26 de janeiro de 1999.
2 – Atanagildo Germano Rorato – nasceu em 7 de abril de 1954. Casou com Neusa Dall Agnese, em 11 de julho de 1987, no Bairro Cruzeiro. Neusa também é professora, nasceu em 28 de setembro de 1955, é filha de Benvenuto Domingos Dall Agnese (in memorian) e Maria Olímpia Merchiori.
Formado em Estudos Sociais, Zootecnia, Agricultura, Economia e Administração Rural. Iniciou suas atividades profissionais na Cooperativa Tritícola Santa Rosa Ltda. Depois, foi professor de 1979 a 2009, na Escola Estadual Técnica Fronteira Noroeste de Santa Rosa. Atualmente é Diretor de Articulação de Recursos Fomento e Investimentos da Secretaria de Agropecuária da Prefeitura de Santa Rosa. Residem em Santa Rosa.
2.1 – Otávio Augusto Rorato – nasceu em Santa Rosa, no dia 12 de agosto de 1988. Cursa Direito da Unijuí, campus Santa Rosa.
2.2 – Gustavo Henrique Rorato – nasceu no dia 23 de setembro de 1991, em Santa Rosa. Cursa Cienias da Computação no Campus da Unijuí em Santa Rosa.
3 – Clarice Maria Rorato – nascida em 7 de fevereiro de 1956. Professora Estadual. Casou com Jandir Luís Tusset, no dia sete de fevereiro de 1981, em Tucunduva. Jandir, motorista profissional, nasceu em 04 de agosto de 1957, é filho de Leonório Tusset e Tereza Tomasi. Residem em Tucunduva.
3.1 – Heitor Carlos Tusset – nasceu em 06 de setembro de 1984. Formado em Economia e é instrumentista musical.
4 – Veronice Maria Rorato – Professora Estadual, solteira, reside em Horizontina. Nasceu em 17 de janeiro de 1958.
5 – Elemar José Rorato – casado com Salete Terezinha Zamin, Professora, em 5 de janeiro de 1991, em São Marcos - Tuparendi. Salete é filha de Hermínio Zamin e Gema Tibulo (in memorian), nascida no dia 21 de abril de 1963. Ele é servidor do Poder Judiciário e ela Professora. . Reside em Santa Rosa.
1 – Renan Zamin Rorato – nasceu em Santa Rosa, em 24 de outubro de 1997.