Famílias Rorato e Desconzi de Santa Maria estão de luto.
Após longa enfermidade, faleceu na quinta-feira, 07 de maio de 2010, aos 91 anos, Alda Ana Rorato Desconzi. Neta dos imigrantes italianos Francesco Giacomo Rorato e Maria Polidoro Rorato, Alda era 2ª filha do casal José Domingos Rorato e Elizabetha Marcuzzzo Rorato e nasceu em 18 de outubro de 1918. Casada com Alfredo Desconzi (falecido em 2006), em 23 de setembro de 1942, em Vale Vêneto, São João do Polêsine-RS, e foi residir em Santa Maria-RS, onde nasceram seus 8 filhos: Amauri Luiz, Lauri Bernardino, Neusa Anita, Ênio Agostinho, Ieda Luiza, Vera Maria, Ivoni Maria e Vicente Hélio, mais 17 netos e sete bisnetos. Alda foi sepultada na manhã de 8 de maio, após uma bela cerimonia religiosa, às 9 horas no Jardim Parque Santa Rita em Camobi – Santa Maria. Foi uma exemplar esposa, mãe e avó dedicada e de muita fé.
Situado a 250 km de Porto Alegre, Vale Vêneto, 2° distrito de São João do Polênise, faz parte de uma das mais belas e aprazíveis regiões turísticas do Rio Grande da Sul: a Quarta Colônia.
Trilhas, cascatas, riachos, montanhas, mirantes e paisagens inesquecíveis formam o cenário local, que oferece além de boa infra-estrutura, a hospitalidade característica dos descendentes de imigrantes italianos que povoaram a região no último quartel do século XIX.
TRILHA SÃO VALENTIN
É um paredão de águas cristalinas com altura de 60 m que forma a cascata branca, onde é possível a prática de Rapel. Você percorre 4 km de mata secundária. Na trilha observa-se uma ruína de pedra basalto, construída pelos imigrantes há mais de 100 anos. A capela de São Valentin, primeira capela construída em Vale Vêneto. Nível médio.
VALE VÊNETO
Meu povo, meu mundo. Povoado desde 1878 meus ancestrais aqui plantaram sonhos,esperança e fé. Sonhos de nova vida,esperança de “far La Merica” e fé em Jesus Cristo. Com isso chegamos ao desenvolvimento. Hoje este Vale que tem o maior festival Internacional de Música Erudita. Se engrandece na lembrança de guerreiros imigrantes italianos.
CASCATA DOS SONHOS
O trajeto é de dois km em meio à mata fechada, onde se pode apreciar uma queda d´água de aproximadamente 40 m de altura. É um momento de contemplação e emoção. Nível difícil. Exige auxílio de cordas e tênis com solado aderente. Nesta trilha é possível juntar ao caminho da Estrada São Patrício somando-se 9 km
TRILHA DA PEDREIRA
Constitui-se em um percurso de 6 km com início na Pousada Recanto. A Pedreira é um local onde antigamente eram extraídas pedras de basalto para construção asfáltica. A trilha segue margeando a “sanga das pedras” que é formada por belas cascatas e um mirante natural. Nível difícil.
TRILHA DA PEDRA DA GRUTA
O ponto culminante desta trilha é a pedra da gruta que está a 180 m de altura em relação a Vale Vêneto, elevando sua adrenalina. No trajeto observam-se vales naturais, montanhas, espécies de árvores nativas. Nível médio à fácil; percurso de 4 km.
TRILHA DAS CANELAS
Percurso de 5 km em nível médio. Iniciando na sociedade Caravél, seguiremos rumo à linha da glória, local onde adentraremos a mata atlântica enriquecida pela presença de exuberantes caneleiras, árvore símbolo da Quarta Colônia. Durante o trajeto haverá uma parada para lanche composto de queijo, salame, polenta, geléias e outras guloseimas da cultura colonial italiana, servido pela família IOP. No local é montada uma pequena feira de produtos coloniais fabricados pela família.
CAMMINO DI FRIULI
O chamado “Cammino di Friuli”, constitui-se em um trajeto de oito quilômetros classificado como de nível fácil, contempla uma paisagem cujos vestígios se confundem com a epopéia da imigração italiana aliado ao verde da mata nativa, a presença de pássaros canoros, o canto das cigarras e a suntuosidade das rochas presentes no trajeto. A trilha segue por um caminho onde é possível apreciar a arquitetura típica colonial italiana em estilo romano. A Capela de São Valentin, primeira capela construída em Vale Vêneto e ainda a possibilidade de degustar licores e vinhos produzidos artesanalmente.
NOITE DE LUAR
Caminhada Noturna. A proposta almeja destacar as potencialidades turísticas local, suas belas paisagens com vales e montanhas verdejantes. Contemplar paisagens cujos vestígios se confundem com a epopéia da imigração italiana. O verde da mata nativa, e um magnífico coro formado por grilos e cigarras e da suntuosidade das rochas presente no trajeto, iluminado por estrelas e a luz da lua. Aliado a estas delícias atrelou-se o espírito de aventura. O objetivo é enxergar além do que os nossos olhos podem ver e para tal os participantes terão a oportunidade de apreciar as belezas do Universo através de potentes telescópios. Desta forma a lua revelará aos nossos olhos suas planícies e crateras. E ainda a possibilidade de enxergar o planeta saturno e seus anéis, júpiter suas luas e estrelas duplas e nebulosas. Ao final do evento brindaremos uma taça de vinho. “salute”! A caminhada noite de luar constitui-se em um trajeto de quatro quilômetros classificado como de nível médio.
Filha da governadora do RS ganha foto da matriarca da família Rorato. (Quinta-feira - 17/12/2009)
Foto da matriarca da família Rorato foi entregue à filha da governadora do RS, Yeda Rorato Crusius A presidente do Comitê de Ação Solidária do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, Tarsila Crusius, ficou surpresa e emocionada com a homenagem feita à sua mãe, a governadora Yeda Rorato Crusius. Enquanto representava a governadora em etapa regional do Programa Rio Grande Jovem, que reuniu 1.700 pessoas no parque Wanderley Burmann, em Ijuí, recentemente, Tarsila recebeu uma fotografia da matriarca da família Rorato no RS, Maria Gutardo Rorato, entregue pela moradora de Ijuí Nayr Rorato. Segundo dona Nayr, Maria Gutardo Rorato veio da Itália para o Brasil viúva e faleceu dois anos após a sua chegada, aos 67 anos, na cidade de Vale Vêneto. A semelhança física entre Maria, Yeda e Tarsila foi apontada por dona Nayr. "Vocês são muito parecidas". Fonte e foto:EMATER/RS
Atanásio Rorato nasceu em 19 de setembro de 1920. Segundo contava Dona Clotilde, sua esposa, Atanásio foi batizado com este nome por seus pais, pois na época do seu nascimento havia em Vale Vêneto as Santa Missões, e um dos sacerdotes pregadores tinha este nome a talvez provavelmente uma homenagem a Santo Atanásio. Ao completar 18 anos, alistou-se e foi servir o exército nacional, no 3º Grupo de Obuzes, na cidade de Cachoeira do Sul. Lá permaneceu por três anos, de 2 de fevereiro de 1942 a 19 de janeiro de 1945, sem poder visitar uma vez se quer seus pais. Foi no período da 2ª guerra mundial. No exército, exerceu a função de telefonista. Ele nos contava, que ainda solteiro, ajudou na construção do Seminário Palotino, tirando areia dos barrancos das estradas e de carroça transportavam até a obra. Casou no dia 23 de agosto de 1947, com Clotilde Maria Dotto, nascida em 5 de maio de 1923, na Linha da Glória.
O casamento civil ocorreu no cartório de Silveira Martins e o religioso na Igreja Corpus Christi de Vale Vêneto. Clotilde é filha de Ângelo Bráz Dotto e Marcelina Iop. Logo após o casamento, trabalhou no Seminário Palotino. Em 1949, transferiu residência para a localidade de Esquina Londero, município de Santa Rosa, depois Horizontina e hoje Dr. Maurício Cardoso, acompanhando a família de seu sogro, onde adquiriu uma propriedade rural de 12 hectares. Foi o que mais se distanciou da família. Naquela época a comunicação e os meios de transporte eram muitos difíceis, em função da precariedade. Encontrava-se muito pouco com os familiares, apenas em casamentos ou em caso de morte de familiar. Quando os filhos cresceram a coisa começou a melhorar e teve então a oportunidade de visitar com alguma freqüência. Lembro que certa vez ficou 20 anos em ver seu irmão Luís, que morava na época em Manoel Viana. Encontraram-se no enterro da mãe Eliza. Foi uma emoção bastante forte. Desbravando muito mato no início e desenvolvendo atividades agrícolas até sua aposentadoria e onde criaram seus cinco filhos, todos lá nascidos. Após ter criado, educado e encaminhado os filhos para a vida através dos estudos, mudou-se no ano de 1985 para a cidade de Santa Rosa, numa chácara rural, no Bairro Cruzeiro. Acometido de vários derrames cerebrais, veio a falecer no dia 7 de maio de 1999. Está sepultado no cemitério do Bairro Cruzeiro. Foi sócio fundador da comunidade católica N.S. de Fátima de Esquina Londero. Era devoto de Nossa Senhora da Rosa Mística e de São Vicente Palotti.
1 – Lucina Maria Rorato – Professora estadual aposentada. Trabalhou nas Escolas de Esquina Londero, Lajeado Bento, Lajeado Vargas e na cidade de Horizontina. Nasceu em 11 de maio de 1951. Casou com Valter Tubiana, em Tucunduva, no dia 27 de janeiro de 1996. Valter, motorista profissional, nasceu em 25 de fevereiro de 1967 e é filho de Vilarim Tubiana (in memorian) e Joveni Leal. Residem em Santa Rosa.
1.1 – Tainara Cristina Tubiana – (in memoriam) 26 de abril de 1988. Está sepultada em Tucunduva.
1.2 – Luiz Henrique Tubiana - nasceu em Santa Rosa, no dia 26 de janeiro de 1999.
2 – Atanagildo Germano Rorato – nasceu em 7 de abril de 1954. Casou com Neusa Dall Agnese, em 11 de julho de 1987, no Bairro Cruzeiro. Neusa também é professora, nasceu em 28 de setembro de 1955, é filha de Benvenuto Domingos Dall Agnese (in memorian) e Maria Olímpia Merchiori.
Formado em Estudos Sociais, Zootecnia, Agricultura, Economia e Administração Rural. Iniciou suas atividades profissionais na Cooperativa Tritícola Santa Rosa Ltda. Depois, foi professor de 1979 a 2009, na Escola Estadual Técnica Fronteira Noroeste de Santa Rosa. Atualmente é Diretor de Articulação de Recursos Fomento e Investimentos da Secretaria de Agropecuária da Prefeitura de Santa Rosa. Residem em Santa Rosa.
2.1 – Otávio Augusto Rorato – nasceu em Santa Rosa, no dia 12 de agosto de 1988. Cursa Direito da Unijuí, campus Santa Rosa.
2.2 – Gustavo Henrique Rorato – nasceu no dia 23 de setembro de 1991, em Santa Rosa. Cursa Cienias da Computação no Campus da Unijuí em Santa Rosa.
3 – Clarice Maria Rorato – nascida em 7 de fevereiro de 1956. Professora Estadual. Casou com Jandir Luís Tusset, no dia sete de fevereiro de 1981, em Tucunduva. Jandir, motorista profissional, nasceu em 04 de agosto de 1957, é filho de Leonório Tusset e Tereza Tomasi. Residem em Tucunduva.
3.1 – Heitor Carlos Tusset – nasceu em 06 de setembro de 1984. Formado em Economia e é instrumentista musical.
4 – Veronice Maria Rorato – Professora Estadual, solteira, reside em Horizontina. Nasceu em 17 de janeiro de 1958.
5 – Elemar José Rorato – casado com Salete Terezinha Zamin, Professora, em 5 de janeiro de 1991, em São Marcos - Tuparendi. Salete é filha de Hermínio Zamin e Gema Tibulo (in memorian), nascida no dia 21 de abril de 1963. Ele é servidor do Poder Judiciário e ela Professora. . Reside em Santa Rosa.
1 – Renan Zamin Rorato – nasceu em Santa Rosa, em 24 de outubro de 1997.
Comunidade de Deodápolis (MS) sofre com a perda do Padre Ilvo.
Foto Jornal a Integração
O Padre de Deodápolis (MS), Ilvo Santo Roratto faleceu aos 76 anos no hospital do coração. Equipes de médicos reanimaram o padre, mais nada foi possível. Causa da morte: enfarto do miocárdio do coração. Padre Ilvo era natural de Restinga Seca, ele nasceu em 21 de novembro de 1933 e tinha 76 anos era filho de João José Rorattoe de D. Genoveva Buriol Roratto. A Missa de despedidado padre Ilvo Santo Roratto, aconteceu na tarde 08/07/2009, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida em Deodápolis. A comunidade fez as últimas homenagens ao padre. Padres, de diversas cidades do Mato Grosso do Sul, Bispo e Dom Redovino se fizeram presentes na missa e fazendo as últimas homenagens. Na igreja havia um clima de muita comoção tanto de fiéis e da família e autoridades presentes. O prefeito Manoel Martins (PSDB) decretou luto oficial de três dias no município. O padre Ilvo era o caçula da família, que era composta por 11 filhos, 6 irmãos e 5 irmãs dentre as quais duas eram religiosas. Ele ingressou no seminário em fevereiro de 1944 e foi ordenado em 09 de Julho de 1961 em Ivorá – RS pelo Bispo Dom Luiz Victor Sartori. Formação e Trabalho Sacerdote palotino, nasceu em 21 de novembro de 1933, é natural de Restinga Sêca. Entusiasmado pelo Pe. Agostinho Rorato, como conta, foi ao seminário. Cursou os seminários palotinos e bacharelou-se em Filosofia. Desenvolveu trabalhos de educador e formador e trabalhos na CNBB,CRB e FASE. Na vida pastoral foi Missionário em Manaus (AM), Juína (MT), em Ariquenes, Porto Velho e Alto paraíso (RO). Padre Ilvo Sacerdote, escritor e admirador da obra do Diácono João Pozzobome da Mãe Rainha Peregrina. Pertence à Academia Douradense de Letras e publicou vários livros. Também gravou com o Musical Os Peregrinos, fitas K7, com missas, canções, hinos e orações. Foi muito amigo do Diácono João Pozzobon, o qual lhe dedicou um livro: A Maravilhosa Obra de Um Homem a Pé, toda esta obra escrita em belos versos. É defensor fervoroso da Campanha do Terço da Mãe e Rainha e da Obra Internacional de Schoenstatt.( Fonte Família Rorato). Primários de 1944 a 1946 em São João do Polêsine e Vale Vêneto, Ginasiais de 1947 a 1952 em Vale Vêneto, Noviciado de 1953 a 1955, Dr. Pestana (Ijuí), Filosofia de 1954 a 1956 Dr. Pestana (Ijuí) e Teologia de 1958 a 1961 em Santa Maria no colégio Máximo Palotino-RS (CMP). Foi licenciado em, Filosofia pela Universidade Federal de Santa Maria-RS (UFSM). Fez cursos de Extensão Universitária em Sociológia, Psicologia, Orientação, Comunicação entre outros. Em 1957, foi professor primário em Faxinal do Soturno - RS, em 1958 a 1964, foi orientador Religioso e Coordenador dos colegiais em Santa Maria. Em 1965 a 1967, foi Diretor da Pia Obra dos Cooperadores Palotinos e promotor vocacional da Província Palotina. Em 1967 a 1970, foi coordenador do Departamento Regional de vocações da CNBB e CRB Sul-3. Em 1970 a 1973, trabalhou em Porto Alegre, coordenou o Escritório Regional da Federação de Órgãos para a Assistência Social e Educacional, incluindo cursos de formação e Capacitação de Técnicos em Desenvolvimento Comunitário na Sociedade Vicente Pallotti. Em 1974 a 1977, foi coordenador da Missão Palotina no Amazonas, vigário da Paróquia Nossa Senhora de Fátima em Manaus, capelão dos escoteiros, diretor da CRB – Região Norte. Foi eleito Provincial da Província Nossa Senhora Conquistadora dos Padres e Irmãos Palotinos no final do ano de 1977 a 1980. Em 1981 a 1984, foi vigário da Paróquia Nossa Senhora de Fátima em Cruz Alta –RS e consultor da Província. Em 1985 a 1987 foi vigário e pároco em Juína – MT. Em 1988 a 1993, auxiliou nas Paróquias de Ariquemes e Porto Velho. Em 1994 a meados de 2000, foi vigário da Paróquia Nossa Senhora de Fátima em Dourados – MS. Em 2000 a 2008, morou e trabalhou em Belo Horizonte – MG. Atualmente desde 11 de Março de 2009 ele estava como vigário na Paróquia Nossa Senhora Aparecida em Deodápolis – MS. Saúde O padre não estava sentindo bem e foi a cidade de Dourados para buscar atendimento médico e segundo informações, o padre vinha sendo atendido pelo mesmo médico a 12 anos atrás o mesmo que tinha feito uma cirurgia nele. Padre Ilvo e suas últimas manifestações: Sábado dia 4 de julho, após a última missa, saindo da sacristia, falando para um grupo de senhoras, assim disse baixinho: “para este lugar não volto mais” Segunda-feira, dia 6 de julho, falando para uma senhora que lhe desejava saúde e lhe dizia que tivesse muita fé: “Quem manda mesmo é Deus, e eu estou pronto para tudo”. Na segunda ainda quando viajava para a cidade de Dourados dizia para o Pe. Valmor: “em tal lugar do meu quarto se encontra os documentos, se precisar”. Na cidade de Dourados, na sala de espera do hospital do coração, para uma senhora da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima que o acompanhava disse: “aqui vou ficar por breve tempo” essas foram as últimas frases ditas pelo padre Ilvo. O sepultamento aconteceu na tarde de 08/0-7/2009, na cidade de Fátima do Sul/MS. Fontes: http://www.mscidades.com.br/exibe.php?id=62854&url=index.php http://www.mscidades.com.br/exibe.php?id=62855&url=index.php http://www.fatimanews.com.br/canais/noticias/?id=86713 http://www.fatimanews.com.br/canais/noticias/?id=86699