Postagem em destaque

Quarta Colônia Italiana do RS

sábado, 4 de julho de 2009

Registro Fotográfico IV

Imagens que marcam o tempo....


1957

1963

1963

Atanásio Rorato - 1965

....



Nelson Rorato e família

Primos em Vale Veneto - 1982
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GOVERNADORA

Governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Rorato CrusiusDa colônia de São Paulo está a descendente e Governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Rorato Crusius. Graduada em economia, é professora aposentada desde outubro de 1993, quando ministrava aulas no Curso de Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Foi Deputada Federal, Ministra do Planejamento, Orçamento e Coordenação do Governo Itamar Franco de 28 de janeiro a seis de maio de 1993. Yeda sempre foi militante de oposição desde os anos 70, e desde 1990 está filiada ao PSDB.
De uma família de vários irmãos, ela é filha de Francisco Rorato e Sylvia Maresti Rorato, nascida na capital paulista, no dia 26 de julho de 1944. Casou com o também economista e doutorado em psicologia Carlos Augusto Crusius. Deste casamento nasceram César Augusto e Tarsila. César é PhD em Engenharia Elétrica e Tarsila é formada em Psicologia pela UFRGS. Conheceu Carlos Augusto em Passo Fundo, também economista. Ambos viajaram aos EUA, para fazer graduação, e onde também se casaram. Após fixaram residência em Porto Alegre. Trabalhou como professora na Faculdade de Economia e também participou da equipe de comentaristas de economia, de uma rede de televisão. Pós-graduada pelo Instituto de Estudo e Pesquisas Econômicas da USP e pela Universidade de Vanderbilt, Nashville (EUA), 1969-1971, e Universidade do Colorado (EUA) em 1969.
Eleita Deputada Federal pela primeira vez em 1994, com mais de 100 mil votos e, e foi reeleita por mais dois mandatos (1995-1999; 1999-20002 e 2002 a 2006). Na Câmara orienta seu mandato para a defesa e a construção de políticas públicas que favoreçam a mulher. Ocupou cargos em várias Comissões da Câmara, como; Comissão de Finanças, Tributação, Economia, Indústria e Comércio; Comissão Mista de Orçamento; Comissão Mista de Planos e Orçamentos Públicos e Fiscalização. Vice-líder do PSDB na Câmara; Presidente da Comissão de Finanças e Tributação na Câmara em 1999, onde conseguiu ter grande destaque, sendo lembrada por pesquisas para receber o prêmio “Economista do Ano”. Presidente da União Latino-Americana de Mulheres Conselheira e Segunda Secretária do Grupo Brasileiro do Parlamento Latino-Americano, presidente do Grupo Interparlamentar Brasil-México. Ocupou também vários cargos e atividades partidárias de destaque dentro do PSDB. Além disto, possui um grande currículo em palestras no país e no exterior, participação em Comissões permanentes, Comissões Especiais, Conselhos, Atividades Parlamentares, Comissões Externas, Comissões Parlamentares de Inquéritos (CPIs) participação em Missões Oficiais, várias Obras Publicadas, além de várias Condecorações pelos relevantes serviços prestados à sociedade brasileira.
Da Itália vieram os antepassados, em busca de oportunidades. Dividiram-se. Parte deles foi para Minas Gerais e, mais tarde, radicou-se em São Paulo; outra parte fincou raízes no Rio Grande do Sul.

Eleita Governadora do Estado do Rio Grande do Sul, em 2006, com mandato até 2010.
Quarta filha de seis irmãos. O pai, representante comercial; a mãe, dona-de-casa. Da mãe, herdou o talento para os esportes - ambas foram exímias jogadoras de vôlei. Do pai, a paixão pela política. Dos dois, uma formação rigorosa.
Desde cedo, os seis irmãos sabiam que, para abrir caminho na vida, teriam de estudar. De Yeda: “nossa herança foi a educação. Meu pai morreu sem ter uma casa própria”. Embora trabalhasse e estudasse em escola pública, Yeda estava decidida a enfrentar o vestibular de Economia na USP - a Universidade de São Paulo, também gratuita e uma das melhores e mais concorridas do país. Passou.
Graduada, obteve bolsa de estudos para o mestrado nos Estados Unidos. Lá, Yeda descobriu que São Paulo havia sido uma escala na sua vida. Seu destino era, mesmo, o Rio Grande do Sul. Conheceu outro jovem economista também fazendo mestrado - Carlos Augusto Crusius, natural de Passo Fundo. Casaram-se e vieram para Porto Alegre em 1970. Tornaram-se os dois professores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Aqui, Yeda construiu sua vida: uma casa, amigos, colegas e a carreira no magistério, no jornalismo e na política. E sua família com o gaúcho descendente de alemães: um casal de filhos e quatro netos.
FORMAÇÃO PROFISSIONAL
- Mestre pela Universidade de Vanderbilt - Nashville, EUA (1973). Dissertação: Some Dynamic Econometric Models for Agricultural Supply in Southern Brazil
- Pós-graduada pelo Programa de Desenvolvimento Econômico da Universidade do Colorado - EUA (1969), e pelo Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (1968)
- Especialista: Estatística Não-Paramétrica. Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, Porto Alegre/RS (1976)
- Graduada pela Faculdade de Ciências Econômicas da USP - Universidade de São Paulo (1966)
- Comissão Coordenadora do Curso de Pós-Graduação em Economia Rural do IEPE. Porto Alegre/RS (1974-1978)
Fonte: Jornal Zero Hora.

Clique AQUI e veja fotos da origem de Yeda.

Francisco Rorato

Francisco Rorato nasceu em 26 de julho de 1911 no Distrito de Guaxima na cidade de Conquista, no Triângulo Mineiro. Fez o curso primário em sua terra natal, e secundário na capital mineira. Formou-se Técnico Contabilista pela Escola de Comércio de Belo Horizonte. Profissionalmente era contabilista, mas sua grande paixão foi o jornalismo. Em 1929, foi nomeado Oficial do registro Civil de Guaxima e, mais tarde, ei-lo em Conquista onde exerceu o cargo de Oficial do Registro Civil e, posteriormente, de 2 º Tabelião de Notas.Em 1936 muda-se para São Paulo. Na Capital paulista trabalhou como contador dos “Laboratórios Humanitas” até 1945, quando retornou a Minas Gerais, indo trabalhar em Belo Horizonte. A sua incumbência na capital mineira era a de fundar e organizar a 1ª filial daquela empresa. Rorato tão bem se houve nessa empreitada que, em 1947, volta a São Paulo já como gerente dos “Laboratórios Humanitas” e, tanto e tão bem trabalhou que chegou a diretor superintendente daqueles Laboratórios.Rorato se aposentou em 1960. De espírito empreendedor, não se acomodou na poltrona da aposentadoria e parte para outros setores de trabalho. Foi um dos fundadores da empresa “Melhoramentos Construtora” e do “Laboratório Pronarp”.Jornalista nato, Rorato que fundara dois jornais em Conquista, “O Chicote” e a “Tribuna de Conquista”, que circularam de 1931 a 1936. Eram semanários distribuídos gratuitamente aos domingos. Funda em São Paulo a revista “Seleções Médicas” e o jornal “A verdade”, que viria a transforma-se na Revista com o mesmo nome e órgão oficial da Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo. Em Belo Horizonte, lá chegando fundou o jornal “O Operário” com grande influência local e que circulou durante muito tempo, mesmo depois da sua volta a São Paulo.Nas palavras do professor Raimundo Rodrigues, Rorato é reconhecido como um dos maiores vultos da Maçonaria Brasileira. “O mineiro Francisco Rorato foi, acima de tudo, um homem idealista e lutador pelo engrandecimento da Ordem no Estado e no País. Não conseguiu amealhar dinheiro, mas certamente deixou uma obra maçônica admirável, além de muitos amigos na Ordem e fora dela, sendo motivo de orgulho não para os paulistas, mas para toda a maçonaria brasileira”.
Nota do articulista: O guaximense/conquistense Francisco Rorato é pai da Governadora do Estado Rio Grande do Sul, Yeda Crucius.
Coluna - Alessandro Almeida -

http://www.conquistaki.com.br/colunas/artecultura/frorato

sábado, 27 de junho de 2009

Registro Fotografico III

Primeiros imigrantes da família Rorato, vindos da Itália, a pisar em solo brasileiro em 15 de abril de 1887, no Rio de Janeiro. Depois seguiram para a Quarta Colonia Imperial da colonização italiana no Rio Grande do Sul.

Padre Agostinho Macelo Rorato filho de Francesco Giacomo Rorato e Maria Polidoro


Federico Rorato filho de Giovanni Battista Rorato e Tereza Bigatton

Maria Gutardo Rorato (A Matriarca) - viúva, chegou ao Brasil
com 65 anos e faleceu dois anos após a chegada, em Vale Vêneto.

Francesco Giácomo Rorato, quando chegou tinha 36 anos
e era casado com Maria Polidoro Rorato, 30 anos.

Umberto Domênico Rorato
Filho de Francesco e Maria, chegou ao Brasil com 4 anos de idade.
Padre Augusto Marcelo Rorato (Padre Agostinho)
Filho de Francesco e Maria chegou ao Brasil com 6 anos de idade.


Eugenio Tesforo Rorato

Filho de Francesco e Maria, chegou ao Brasil com 2 anos.


Alessandro Mansueto Rorato
Filho de Giacomo e Maria, chegou ao Brasil com 9 anos de idade.




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sábado, 20 de junho de 2009

RIO GRANDE DO SUL PERDE GRANDE HISTORIADOR DA CULTURA ITALIANA.

Na Quarta Colônia Italiana Palotinos perdem o padre Clementino Marcuzzo
Faleceu, na manhã de segunda-feira, dia 15 de junho, o Padre Clementino Marcuzzo. Ele foi o criador da Semana Cultural Italiana, evento que acontece anualmente, juntamente com o Festival Internacional de Inverno da UFSM.
Clementino Marcuzzo foi o patrono do Festival Internacional de Inverno e da Semana Cultural Italiana de 2008. Foi através de um diálogo dele com a professora Alzira Severo, do Departamento de Música, da UFSM, que nasceu a idéia de se criar o Festival Internacional de Inverno e a Semana Cultural Italiana, transcorrendo paralelamente, em Vale Vêneto. Por isso, como forma de homenagem, o padre Clementino Marcuzzo foi o patrono da edição 2008.
Seu corpo foi velado no Patronato Antônio Alves Ramos até às 18h. Depois, foi transladado para Vale Vêneto, distrito de São João do Polêsine (RS), onde foi velado na Igreja Matriz Corpus Christi. Na manhã seguinte, houve missa de corpo presente, às 9h, e logo após o sepultado no Cemitério dos Padres Palotinos na mesma localidade.
Clementino também era jornalista formado pela UFSM. Apaixonado por História, pesquisou e fomentou a união de descendentes da Quarta Colônia de Imigração Italiana.
Em 1979 dirigiu o museu do Patronato, época em que se deu o nome oficial de Museu Histórico e Cultural Vicente Pallotti. O padre tinha como característica um espírito muito alegre. Na semana italiana era ele quem puxava os brindes em italiano. Confessava que gostava de vinho e de música. Cantou em corais e animava festas com sua acordeona.
O padre Clementino lutou muito pelo desenvolvimento de Vale Vêneto. Buscava, junto às autoridades municipais e estaduais, especialmente o asfalto para o distrito, pois acreditava que, com a realização da Semana Cultural Italiana e o Festival Internacional de Inverno da UFSM, a localidade merecia melhor acesso por estrada.
Também foi o criador do Natal Feliz, evento que alegrava as noites de dezembro, com a presença de orquestras, músicos e cantores de corais, iluminando Vale Vêneto nas celebrações natalinas.
A cultura italiana perde um dos seus pesquisadores. Com obras publicadas na linha da imigração italiana, buscou fortalecer as origens de sua gente, pois sempre dizia que preservar a memória é manter viva a cultura de um povo.
Clementino também tinha orgulho de pertencer à Congregação dos Padres Palotinos. Vale Vêneto é a porta de entrada dos membros da congregação. Os primeiros palotinos do Brasil e da América Latina chegaram por Vale Vêneto. Esta lembrança era mantida viva quando organizava o desfile de abertura da Semana Cultural Italiana, encenando a chegada dos padres, a cavalo, com tiros de canhão e festa.
Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social da UFSM.http://sucuri.cpd.ufsm.br/noticias/noticia.php?id=23280.
Comentário: Padre Clementino Marcuzzo tinha uma grande relaçao com a família Rorato da Quarta Colônia. Minha avó Elizabetha Marcuzzo Rorato era tia do Padre Celemtino. Meu e o
padre eram primos.Padre Clementino era filho de Amábile Maria Bortoluzzi (*31/12/1889 em Vale Vêneto e + 04/09/1949.) Casada em 23/07/1910 em Vale Vêneto com Luiz Marcuzzo (*30/08/1886 em Vale Vêneto e + 27/11/1967.), e neto de Giuseppe Marcuzzo (José) e Luigia Girotto (Luiza)

Fonte: www.deltaweb.com.br/bortoluzzi/familiars-12.asp+padre+clementino+marcuzzo&cd=28&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br


Sobrado da família Marcuzzo, construído por Eugênio Baldissera, em 1916. Neste sobrado nasceu o padre e jornalista Clementino Marcuzzo. Parte do sobrado em alvenaria servia para guardar produtos coloniais como trigo,feijão, cebola, alho e outros. Todas as famílias dos primeiros imigrantes possuíam o seu sobrado, feito em pedra. O fato se deve ao grande número de filhos que cadafamília possuía -- em média 10 a 18 filhos --, pois precisavam de braços para o trabalho.

domingo, 7 de junho de 2009

REGISTRO FOTOGRÁFICO II

Imagens que eternizam ....

1º Encontro da Família Rorato - 2000

2º Encontro - 2001

Irmãos Reunidos em Santa Rosa-RS.

Olinto em Vale Vêneto-RS.

Praça da Polenta em Vale Vêneto-RS. (Anos 80)

Ano 2001 - Confraternização - Faxinal do Soturno -RS.


Anos 80

Rorato em Festa
ATENÇÃO: Para lembrar as imagens do Registro Fotografico I clique AQUI

segunda-feira, 4 de maio de 2009

HOMENAGEM

CLOTILDE MARIA RORATO COMEMORA 86 ANOS DE IDADE.

Mãe!

Hoje é um dia muito especial para a senhora.Com sua dedicação, força e garra chegou aos 86 anos de vida.Você é uma Mãe exemplar. Sabemos o quanto o seu papel foi e é muito importante em nossas vidas.A senhora é uma mãe muito dedicada e preocupada com todos de sua família.Apesar de ter enfrentado muitas dificuldades, soube suportá-las e superá-las com muita dignidade, e temos como prova disso a enfermidade de nosso QUERIDO PAI que hoje já não se encontra em nosso meio.Deu-nos exemplo de fé, de coragem, de amor e gratidão.Nós filhos, jamais vamos esquecer tudo o que a senhora fez e está fazendo.Por tudo isso, queremos homenageá-la.A senhora é e sempre será a nossa MAMÃE QUERIDA.Para nós você é uma RAINHA.Felicidades e Parabéns pelos seus 86 anos de vida.

Com carinho de seus filhos: Lucina Maria, Atanagildo Germano, Clarice Maria, Veronice Maria e Elemar José
05 de maio de 2009.

Clotilde quando jovem.

Clotilde nasceu em 5 de maio de 1923, na Linha Glória em Vale Vêneto-RS. Filha de Ângelo Braz Dotto e Marcelina Iop Dotto. Casou com Atanásio Rorato, nascido em 19 de setembro de 1920. O casamento aconteceu em 23 de agosto de 1947, na Igreja Corpus Christi de Vale Vêneto. Depois, de dois anos de casados foram para a região de Santa Rosa, no município de Horizontina. Hoje, viúva, reside em Santa Rosa-RS.Atanásio faleceu em 7 de maio de 1999 em Santa Rosa. O casal teve 5 filhos.

Fotografada pelo seu pai, aos 5 anos (1928)

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

FÉ E RELIGIOSIDADE

A fé era que mantinha o povo com esperança de vencer as adversidades dos tempos da colonização. E desta fé surgiram as vocações religiosas.

Era ainda Brasil - Império. Depois de cruzar o Atlântico chegaram ao destino. Aqui formaram núcleos com nome de localidades e províncias italianas, como Vale Veneto, Val de Buia, Val Varones, Val Fetrina, Nuovo Treviso, entre outros. Por aqui era muita mata e precisava ser desbravada, para o plantio e produzir os alimentos necessários para a sobrevivência bem como as habitações.
Desde a chegada os imigrantes sentiam falta dos padres e dos sacramentos, das obrigações religiosas e das pastorais, que tinham na Itália. Não queriam visitas esporádicas ou periódicas de padres e sim que tivessem permanentemente com os colonizadores no cultivo da fé e da esperança. Clamaram ao Bispo de Porto Alegre e através de sua liderança, conseguiu angariar dinheiro e trouxeram os primeiros padres da Europa.
Os imigrantes necessitavam muito da presença espiritual. A fé era a forma que encontravam para sobreviver às adversidades, que não eram poucas na época.
Os padres palotinos foram os primeiros a chegar na 4ª Colônia. Aliás, Vale Veneto é o berço dos padres palotinos no Brasil, onde foi construído o primeiro seminário para vocações.
A fé e a religiosidade eram grandes nas famílias, que era quase que normal nas famílias ter alguém, moço ou moça em alguma instituição religiosa.
Assim não foi diferente com nossa família.

O imigrante Agostinho Marcelo Rorato, que chegou ao Brasil com seis anos de idade, agora moço, foi despertado pela fé cristã e após muito estudar foi ordenado como padre, na ordem de São Vicente Palotti.

Clique AQUI e conheça a história do Padre Agostinho Rorato.

Além do Padre Agostinho, mais tarde filhos e netos de imigrantes como o Padre Ilvo, que hoje exerce suas funções em Belo Horizonte-MG.

PADRE ILVO SANTO RORATTO
Sacerdote, escritor e admirador da obra do Diácono João Pozzobom e da Mãe Rainha Peregrina.

Sacerdote palotino, nasceu em 21 de novembro de 1933, é natural de Restinga Sêca. Entusiasmado pelo Pe. Agostinho Rorato, como conta, foi ao seminário. Cursou os seminários palotinos e bacharelou-se em Filosofia. Desenvolveu trabalhos de educador e formador e trabalhos na CNBB, CRB e FASE. Na vida pastoral foi Missionário em Manaus (AM), Juína (MT), em Ariquenes, Porto Velho e Alto paraíso (RO). Atualmente reside em Belo Horizonte (MG). Foi reitor provincial de 1978 a 1980, em Santa Maria. Pertence à Academia Douradense de Letras e publicou vários livros. Também gravou com o Musical Os Peregrinos, fitas K7, com missas, canções, hinos e orações.
Foi muito amigo do Diácono João Pozzobon, o qual lhe dedicou um livro: A Maravilhosa Obra de Um Homem a Pé, toda esta obra escrita em belos versos. É defensor fervoroso da Campanha do Terço da Mãe e Rainha e da Obra Internacional de Schoenstatt. Foi ordenado no dia 8 de junho de 1961, em Ivorá, num dia muito frio e chuvoso. Devido ao inverno, escolheram o dia 30 de setembro de 2001, para celebrar os 40 anos de sacerdócio, com uma missa festiva em São João do Polêsine. Mas, no domingo da comemoração, choveu muito forte, ocasionando enchente no município. Na apresentação do livro sobre seu amigo João, relata passagens de sua família; “Quando era criança, ouvia falar do Hotel Noro em Restinga Seca, hotel que tinha pertencido ao seu João Pozzobon. Meu tio Ângelo Roratto, meus irmão Oscar e Otávio contavam que, nas carreteadas, gostavam de se hospedar no hotel do João, pois o mesmo tinha um irmão chamado Guido que transportava arroz descascado do Moinho dos Alberti para Restinga Seca. Naquele tempo tudo era feito a muque de boi”.Ainda relata; “Meus pais eram compadres do pai de João. Meus irmãos foram catequizados em Ribeirão, pelo jovem catequista João. Meus avós Buriol eram vizinhos de terras e roças da família Pozzobon. A mesma água da Sanga Funda servia para as duas famílias”.Conta ainda na sua apresentação: “Minha mãe Genoveva Buriol Roratto contava que, vizinhos de terras, faziam belas cantorias, unindo as famílias.... Era o tempo das belas tradições coloniais, quando os gringos cheios de saudades da Itália, se uniam em mutirões de roças e estradas em terços, novenas, devoções....”. Continua seu relato, dizendo; “Meu avô João Buriol era mestre- de- canto e dirigia o coral de Ribeirão, capela famosa pelas festas religiosas, pelas alfaias e paramentos, pelos sinos bem tocados pelo Paganotto, pelo missa ïn tértio”, com célebres oradores sacros, como Pe. João Iop, Pe. Fioravante Trevisan e Pe. Pedro Luiz Botari....” E, o seu relato na apresentação de seu livro em homenagem ao amigo devoto João, de suas vidas em comum, de fé, religiosidade e peregrinação. A obra A História Maravilhosa de Um Home a Pé, tive o prazer de conhecê-la no 2º Encontro da Família, em 2001, em Vale Vêneto, no qual autografou-me um exemplar de sua bela obra.

O jornal “A Intergração” de Restinga Seca, no seu nº 82 (5 a 12 de outubro de 2001), com a manchete “Pe. Ilvo Roratto comemora 40 ans de sacerdócio”, destaca o seguinte: “O padre Ilvo Roratto comemorou, no domingo, dia 30 de setembro, os seus 40 anos de sacerdócio. Foi realizada uma missa festiva na Igreja Matriz de São João do Polêsine. O padre ordenado no dia 9 de julho de 1961, em Ivorá, mas, devido ao inverno, escolheu o mês de setembro para comemorar os seus 40 anos de sacerdócio. O padre é natural de Restinga Seca,, e, atualmente, está trabalhando em Belo Horizonte, Minas Gerais. Em, São João do Polêsine, ele também participou das atividades realizdas pelos romeirops vindos da Argentina, e informou que, dentro de poucos dias, estará publicando um livro de poemas, em homenagem aos cinqüenta anos da campanha do terço. O livro terá como título” A maravilhosa obra de um homem a pé.”....

A família Trevisan (César Trevisan e Maria Helena Rorato) de Santa Maria, era muito fervorosa e religiosa, despertaram vocações para o sacerdócio como os irmãos Padre Lauro e Padre Vítor.

Em Três de Maio-RS., está sepultada no Cemitério Municipal, na área destinada a Congregação do Sagrado Coração de Jesus a Irmã Maria Roratto, que por muito tempo trabalhou nesta cidade, onde a congregação mantém um colégio e um hospital.