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Quarta Colônia Italiana do RS

domingo, 17 de junho de 2012

Minas Gerais

 GUAXIMA

Guaxima, ex-São José do Capim Branco, que tem como Padroeiro São José, cuja igreja se destaca na vila, pertenceu primeiramente para o municipio de Sacramento e posteriormente para Conquista.
Com a construção da ferrovia para a região, por volta de 1894, para lá deslocou um grupo de imigranrtes italianos, entre eles, da família Rorato, que de São Paulo,  imigraram  para aquela região mineira. 
Guaxima é  a terra natal de Francisco Rorato.

Fotos: Crédito de Paulo Ricardo Santana
Fotos de Guaxima, um lugar de contos e encantos.

























quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Imagens da Quarta Colônia Italiana do RS




Vale Vêneto - Quarta Colônia Italiana




Vale Vêneto - Natureza



Vale Vêneto



Vale Vêneto




Vale Vêneto



Vale Vêneto





Rua de Vale Vêneto

Veja mais imagens de Vale Vêneto clicando AQUI



Vale Vêneto - Visto da Linha Base




Igreja e Salão Comunitário da Linha Base - Silveira Martins




Linha Base - Silveira Martins


Linha Base - Silveira Martins




Igreja de São João do Polesine



Rua de São João do Polesine




Buraco do Vento - Val Varonês



Igreja de Nova Palma



Palmeira em frente a Igreja de Nova Palma




Estrada em Tres Vendas - Restinga Seca



Monumento em homenagem ao Padre Agostinho Rorato - Novo Treviso




Igreja São Marcos - Novo Treviso


Museu de Novo Treviso

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Histórias



Vale Vêneto: O Armazém da Pulchéria.
Texto transcrito em dezembro de 2011 das anotações pessoais de José Nilo Vizzotto.

Na foto: Vale Vêneto/RS, vista do alto da serra, da comunidade de Linha Base, Silveira Martins/RS, em 22/01/2012.(Foto AGR)

Paulo Bortoluzzi foi o primeiro administrador e pessoa de estimada confiança dos primeiros italianos que residiam na nova colônia designada pelo governo. Desde o inicio, já planejava estradas para o escoamento das safras para um centro maior (Santa Maria), igrejas, descascador de arroz, estufas para fumo, armazenagens, carpintarias para fabricar carroças, portas e janelas, já que havia muitas construções (mesmo as de “pau a pique”) e todas precisavam de portas e janelas, nem que fosse do tipo “postigo”. As carpintarias também eram as responsáveis pelos “caixões de defuntos” (as urnas mortuárias).
Foi ele (Paulo Bortoluzzi) que abriu o primeiro e único armazém de “secos e molhados” em Sanga das Pedras (onde eu nasci). Mais tarde, vendeu para Victório Schilliatto, onde sua mulher tomava conta (administrava), ficando, então, conhecido por “Armazém da Pulcheria” (pronuncia-se Pulquéria) por ser seu nome. Por estar num ponto estratégico (passagem única de Vale Vêneto para Santa Maria e vice-versa pelo caminho de Sanga das Pedras, e, por outro caminho, precisaria subir a serra de Silveira Martins, aumentando o trajeto em mais de um dia).
Obs.: O armazém da Pulcheria, situava-se defronte a casa dos meus antepassados (minha avó Maria Roratto, onde nasci), bastando atravessar o caminho que liga Sanga das Pedras à Santa Maria, lógico que onde nós morávamos, não era na beira da estrada, mas sim, sempre um tanto para dentro da divisa com a estrada (+ ou – 200 metros) pois, reservava-se toda a frente das propriedades para potreiro ou plantações. Na frente da casa da Avó Maria, existia um grande potreiro, por isso, da estrada avistava-se a casa, que era enorme, pois abrigava 14 (quatorze) pessoas. Da estrada, ainda, podia-se avistar um enorme galpão e o engenho onde se moia a cana para depois ir para o alambique e produção da cachaça.
Já a minha casa (meu pai, mãe e eu) não podia ser vista da estrada, pois sempre em sua frente até a estrada, havia plantações, milho, mandioca ou mesmo cana. Mesmo porque não existia ligação com a estrada diretamente. Precisávamos     passar pela casa da minha Vó e depois pela única e grande porteira defronte ao armazém.
Sob a administração da Pulcheria, o armazém começou a desenvolver e aumentar o movimento, visto que ela adotou o método de troca de mercadorias, por exemplo: recebia de um     colono que produzia fumo em corda (rolo de fumo) e lhe devolvia a quantia combinada em tecido ou outros produtos que ele precisava. De outro, recebia um porco vivo ou já morto e limpo, trocando por café, sal ou mesmo, até aquele fumo que receberá anteriormente. Recebia também, galinhas vivas. Comprava através de trocas de mercadorias, até vacas e bezerros. Com isso aumentou em muito o movimento, pois mantinha sempre um bom e variado estoque. Atendia todos os dias e aos domingos até as 12 horas. Durante a semana, era servido em local próprio, aperitivo, pão com salame, queijo, copos de vinho ou cerveja caseira, café com mistura, frango frito ou mesmo “a lá minuta”. Isso tudo enquanto as eram preparadas ao comprador, ou para outros que somente queriam conversar.
Alguns dos transeuntes só queriam conversar e fazer aperitivos, pelo motivo de ser a Sanga das Pedras um pequeno córrego que cortava o caminho, dando passagem por dentro da própria água muito raso. Porém, quando chovia da Serra de Silveira Martins ou Ivorá, enchia o pequeno córrego, ficando completamente fora de seu leito, com a água muito suja, não sendo possível visualizar o fundo para a devida travessia. Nem se imaginava uma ponte. Daí, todo o movimento era no armazém, situado à margem direita do córrego. O armazém possuía um grande estábulo para acomodar carroças e animais, enquanto aguardavam baixar a água (dizia-se ”dar passo”). Em caso de muita chuva e não sendo possível a travessia no mesmo dia,m podia-se pernoitar nos cômodos do armazém, já que a construção era enorme e com várias salas, e, próximo ficavam as “patentes”, essa de madeira.
Com a chegada do ônibus misto (“jardineira”) para passageiros e carga viva (porco, galinha, etc.) por outro caminho (via Silveira Martins), o povo de Vale Vêneto e entorno, não passavam por Sanga das Pedras para ir até Santa Maria, deixando o armazém limitado para atender aos que ali ou próximo moravam (próximos eram: Santa Lúcia, Linha 7 (onde moravam os “Folettos”, pais da Dona Rita, esposa do Alfredo Moro).
Já esgotada e o pouco movimento, Pulcheria resolveu vender o estabelecimento. Minha Tia Ilda (que morava defronte) que costurava muito e tinha sua clientela e, querendo casar-se (Tio Marcelo) convenceu meu Pai (Odino) para que juntos (ela, Odino e Marcelo) comprarem o armazém. Desta forma, o Tio Marcelo teria uma atividade e ela teria maior espaço para as costuras. Depois de longas negociações e muitas propostas, compraram. Já casados, passaram a morar nas dependências do armazém, que era muito grande. O Tio Marcelo, não se adaptou ao balcão. Não tinha paciência em esperar pelos fregueses, que já haviam sumido há muito tempo, e os que apareciam, acabavam enxotados, pois o Tio não lhes dava atenção ou queria que comprassem o que lhes oferecia e não o que realmente precisavam. Tio Marcelo resolveu trabalhar de pedreiro com meu Pai, deixando a Tia Ilda sozinha, já com filho pequeno (recém nascido). Logicamente, não era possível para minha Tia, com todos os afazeres de casa, filho pequeno, roupa, comida, costura e o atendimento no armazém. Aos poucos virou em nada. Eu mesmo lá fui buscar alguns mantimentos que minha Mãe (Helena) me mandava e acabava voltando com a mala de garupa vazia, quase nada mais havia. Então, acabou por ser vendido para nossos vizinhos e amigos de meus antepassados, os irmãos Antônio e Candinho Marin.
O Tio Marcelo e a Tia Ilda forma morar em Santa Maria. Meus pais e eu fomos para São João do Polesine (não posso precisar a minha idade, mais sei que era muito pequeno). E assim acabou o “Armazém da Pulcheria”. Só restou recordações daquele lugar maravilhoso. Em 1992 passei por lá e o prédio ainda existia.
Voltando a falar de Paulo Bortoluzzi: Depois de algum tempo, voltou para a Itália juntamente com o Vernier (vizinho do meu Avô Dota) para recrutar mais gente e alguns padres da ordem dos Palotinos a fim de ajudarem no desenvolvimento da nova Colônia. Pela necessidade de muitos documentos, o que se tornava muito difícil para eles, Paulo Bortoluzzi idealizou a abertura de um Cartório em Ivorá, tornando-se, assim o primeiro Cartório da Região. Cartorário: Sr. Alexandre Pasqualini (1908). Os filhos de Alexandre: Ângelo, Abílio, Alberto, Paulina e Marieta, esta casada com o Guerner Parari, que se tornou o titular do Cartório. Mais tarde vendeu para Paulo Magoga, que existe até hoje em Restinga Seca, onde fui registrado (em 1992 Jorge Magoga).
Transcrito de minhas anotações de agosto de 1992 em setembro de 2011.
Obrigado
José Nilo Vizzotto

sábado, 24 de setembro de 2011

Cinema

O CARTEIRO de Reginaldo Faria tem como cenário Vale Vêneto.

Vale Vêneto serviu como cenário do filme

População e famílias de Vale Vêneto, entre elas os Roratto, participam ativamente das filmagens.

Clique AQUI e veja o site do filme!

Sinopse do filme:

O Carteiro conta a história de Víctor, um rapaz que trabalha como carteiro numa pequena cidade do interior do Ruio Grande do Sul. Ele tem como hábito violar a correspondencia que entrega aos vizinhos. Um dia para sua surpresa, cai em sua prórpia armadilha. Apaixon-se por Marli (Ana Carolina Machado), nova moradora do local, e passa controlar suas cartas com o namorado, interferindo diretamente na relação.

O filme ‘O Carteiro’, tem o roteiro e direção de Reginaldo Faria e como produtora a TGD Filmes de Porto Alegre. O elenco que conta com a participação especial de Reginaldo, e participaram os seguintes atores profissionais: seus dois filhos Carlos André e Marcelo Faria, Anselmo Vasconcelos, Ingra Liberato, Fernanda Carvalho Leite, Ana Carolina Machado, Zé Vitor Castiel, além de figurantes locais.

As locações do filme foram feitas em Vale Vêneto-RS.

Aqui destacamos a participação dos Roratto.

Tânia Roratto e Ida Roratto (à Direita) com Reginaldo Farias (Foto Tânia)

Agradecimentos Especiais: Arlindo Roratto.
Agradecimento Produção: entre as várias familias e pessoas, está a Família Roratto.
Agradecimentos Locação: entre outras pessoas estão, José Francisco Roratto, Romilda Roratto, Selanira Roratto
Produção de Alimentação: Romilda Roratto.
Assistencia de Alimentação: entre outras pessoas estão, Leideclair Roratto, Arlindo Roratto, Giovani Roratto, Marcos Roratto, Paola Roratto, Ermesom Roratto e Paula Roratto.
Figuração: entre outras pessoas estão, Arlindo Roratto, Anice Lemes Roratto, Carolina Roratto, Eduardo Roratto, Fernanda Roratto, Franciele Roratto, José Paulo Roratto, Jussara Roratto, Laura Roratto Foletto, Maria Beatriz de Mello Rorato, Milton Roratto, Nilva Roratto, Paula Roratto, Tânia Roratto, Tays Roratto.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Trilhas de Vale Vêneto

VALE VÊNETO - Berço da Família Rorato no Sul do Brasil




Vale a pena assistir!



Tânia Rorato E-mail: ecoquartacolonia@yahoo.com.br
Vale Vêneto São João do Polêsine - RS.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Notícia

Pesquisadores da Engenharia de Pesca da Unioeste/Toledo morrem carbonizados em acidente

Dois pesquisadores do Grupo de Estudos de Manejo em Aquicultura (GEMAQ) do curso e Mestrado em Engenharia de Pesca da Unioeste, campus de Toledo, morreram carbonizados em acidente na noite deste domingo, na PR 484, trecho Boa Vista da Aparecida. O acidente foi registrado às 22h40, envolvendo o Ford Courier ANF-8941, da Unioeste-Toledo, que colidiu contra defensa e pegou fogo.

Ronan Roger Rorato

Morreram no local o condutor,Ronan Roger Rorato, 28 anos, e o passageiro, Italo Rafael Paixão, 25 anos. Segundo a Policia Rodoviaria Estadual,foi um choque contra defensa seguido de incendio do veículo na chamada "curva do boi". Os ocupantes morreram carbonizados e foram encaminhados ao IML de Cascavel.

As vítimas integravam o Grupo de Manejo em Aquicultura(GEMAQ), linha de pesquisa ligada ao curso e Mestrado de Engenharia de Pesca da Unioeste, em Toledo, e trabalhavam em pesquisa de peixes nativos no Rio Jacutinga, na região de Boa Vista da Aparecida. Rorato era engenheiro de pesca e mestrando na área em Toledo e Italo era acadêmico do quinto ano de Engenharia de Pesca.

Os familiares de Rorato e Paixão, respectivamente, residem em Foz do Iguaçu e no Espírito Santo (Colatina), para onde os corpos serão trasladados.

Fonte: seismeiaurgente.blogspot.com

Carro bate contra defensa e pega fogo: Duas pessoas morreram

Acidente com carro na PR-484 mata dois estudantes da Unioeste de Toledo


Ronan Roger Rorato era graduado em Engenharia de Pesca pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (2005). Pesquisador do GEMAq "Pesquisa e Extensão", com experiência na área de Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca. Especializado em Engenharia de Segurança no Trabalho na UDC-Empresarial. Cursando mestrado em Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca.

Estudo de Rorato é premiado no Zootec em Macéio

sábado, 7 de maio de 2011

Homenagem

Parabéns
Dilma Roratto e Rosio Armindo Morin.



Gasta-se apenas alguns minutos para realizar um casamento, mas espera-se meio século para realizar um casamento de ouro..
Há 50 anos vocês se uniram pelos laços matrimoniais e durante todo
este longo tempo compartilharam juntos alegrias, tristezas, tanta coisa..
Amar e viver com seu
cônjuge exige determinação e prática diária...
Exige a entrega de si mesmo ao bem-estar do outro...
Bem, agora vocês estão prontinhos para começar outros cinquenta anos..
Desejamos a vocês a maior felicidade do mundo!!!

Santo Antônio - Três de Maio - RS.