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Quarta Colônia Italiana do RS

terça-feira, 14 de outubro de 2008

FAMÍLIA DE FRANCESCO GIÁCOMO RORATO MARIA POLLIDORO

Família de Francesco foi a primeira a desembarcar no Brasil.

Francesco Giácomo Rorato – Nasceu em Chiarano, no dia 6 de setembro de 1850. Foi batizado na Diocese de Vittorio Vêneto, Comuna de Chiarano, na Paróquia São Bartolomeu. Está lá registro de batismo na página 173, livro do ano 1850. Foram seus padrinhos Luigi Rorato e Madalena Piveta, mulher de Antônio Rorato. Casou em 10 de novembro de 878, em Villanova, com Maria Pollidoro, nascida em Cessalto, no dia 10 de abril de 1857, filha de Domênico Pollidoro e Ângela Batistella. Francesco faleceu em Vale Vêneto, no dia 27 de junho de 1932.
Francesco chegou ao Brasil, casado, com 36 anos, junto com sua mãe e outros irmãos em 15 de abril de 1887. Da união deste belo casal, foram
abençoados 10 filhos. A família leva o codinome de Agnolin. Quando chegou Vale Veneto, adquiriu o Hotel Righi. Foi um dos fundadores do 1º coral musical de Vale Vêneto. Era um maestro muito exigente. O diapasão em que obtinha o som das notas está hoje no museu de Vale Vêneto. Possuía vários livros com partituras, que havia trazido da Itália. Além da agricultura, possuía dotes de pedreiro e carpinteiro. Foi a São Sepé trabalhar e um dos interesses além da obra era encontrar uma propriedade e adquiri-la para levar a família para aquela localidade. Mas, o infortúnio do destino fez com que se acidentasse no trabalho fraturando uma de suas pernas. Voltando para casa esqueceu da idéia.



Francesco Giacomo e esposa Maria Pollidoro
 
1 – Alessandro Mansueto Rorato – Nasceu em Chiarano no dia 30 de agosto de 1878. Quando chegou ao Brasil, Alessadro tinha 9 anos de idade. Casou com Amábile Margarida Dotto, filha de Pietro Luigi Dotto e Ângela Casarin. Amábile nasceu em Vale Vêneto em 18 de janeiro de 1882. O casamento aconteceu no dia 19 de agosto de 1901. Deste enlace resultaram 11 filhos.


Alessandro Mansueto Rorato e Amáblie Margarida Dotto

1.1 –Francisco Pedro Rorato – Nasceu em Vale Vêneto, no dia 7 de junho de 1902. Casou com Rosália Nogara, em Vale Vêneto no dia 26 de outubro de 1927.

1.2 – Maria Helena Rorato – nasceu em Vale Vêneto no dia 9 de abril de 1904. Casou com César Trevisan, em Vale Vêneto, no dia 8 de setembro de 1924. César era de uma família próspera e tradicional comerciantes de Santa Maria. O casal César e Maria Helena foi agraciado com 11 filhos.



1.3 – Galdino Agostinho Rorato – Nasceu em 03.05.1907 em  Vale Vêneto/RS. Casou com Regina Zago, nascida em 22/01/1996, no dia 08 de dezembro do ano de 1928.  Regina era filha dos agricultores e comerciantes Josefina de Davi e Augusto Zago de Novo Treviso. Tiveram seis filhos. Osvaldo, Darcy, Doli, Jacir, Odila  e Irineu. Seus descendentes residem em Curitiba/PR. Concórdia/SC, Porto Alegre/RS, São Paulo e Erfurt na Alemanha.
Em busca de novas oportunidades e com uma visão empreendedora, no ano de 1935 deixaram para trás Faxinal do Soturno/RS e seguiram para o recém criado município de Concórdia/SC. Lá se estabeleceu com uma casa de comércio em sociedade com seu cunhado Matheus Zago. Alguns anos mais tarde, a sociedade foi desfeita e junto com sua esposa abriu em outro local da cidade de Concórdia, um novo comércio. 

 Casal Galdino e Regina
No final de 1936, inicio de 1937, participou da formação do grupo que constituiu a Sociedade Frigorífico Concórdia Ltda. Em 1945 vendeu suas ações  valorizadas. Neste mesmo ano vendeu seu comércio para Jacob e Andrea Luiz Biezus. Na troca Galdino recebeu, por determinada quantia, uma linha de ônibus, com o referido veículo do ano 1937, da Empresa Cometa, de propriedade de Jacob, que fazia o trajeto entre Concórdia/SC e Erechim/RS. Na época as estradas eram difíceis de transitar, principalmente quando chovia e o terreno da região da linha era muito acidentado com fortes aclives e declives, muitas vezes atrasando a chegada do ônibus no seu destino final. Por vezes, por questões políticas, Galdino não era atendido quando reivindicava nas Prefeituras melhoria nas estradas. Posteriormente Galdino vendeu a Empresa Cometa, com o itinerário, para Domingos Pazza. Com o resultado da venda comprou para seus filhos Doli e Irineu, uma joalheria em Concórdia, que pertencia a seu genro Darley Cirioli que se transferiu para Porto Alegre. Depois de alguns anos na joalheria foi convidado a trabalhar como fiscal na Empresa de Transportes Reunidas, no terminal rodoviário, até sua aposentadoria.
Nas ações comunitárias, Galdino ajudou a fundar em 1942, o Clube de Tênis Concórdia que mais tarde se transformou em ABC Piscina Clube.   Colaborou também na fundação do Clube Esportivo Guaycurús, desmembrado do Clube Aliança, do qual era sócio. Fundou também o Juventus Futebol Clube que aliado ao Clube Aliança surgiu o Clube 29 de Julho. Colaborou também na construção do Hospital São Francisco  onde seu nome consta numa placa como benfeitor. Na vida religiosa, foi Conselheiro Paroquial. Colaborava na organização das festas religiosas, assim com sua esposa Regina que por muito tempo trabalhou na cozinha no preparo das refeições para as festas.
Na data de oito de setembro de 1978, o casal comemorou as Bodas de Ouro, estando presentes seus familiares, sendo que na ocasião foi batizado seu neto Rafael.  Acometida de diabete que a deixou cega, Regina veio a falecer em 3 de janeiro de 1986. Após a perda da esposa, Galdino sempre afirmava que pretendia viver mais dez anos. Deus ouviu sua prece e em 21 de janeiro de 1996 o levou para a eternidade. Ambos estão sepultados no Cemitério Municipal de Concórdia. Esta é uma resumida historia de um casal de pioneiros que deixou o Rio Grande do Sul para desbravar novas terras, como pioneiros do município de Concórdia, deixando um belo legado para seus familiares e a comunidade.

Os descendentes:
1.3.1 - Osvaldo Rorato – falecido após poucos dias de seu nascimento em Faxinal do Soturno/RS.
1.3.2 – Darcy Rorato – nascido em 07/02/1931 em Faxinal do Soturno/RS. Estudou no Ginásio Frei Rogério de Cruzeiro do Sul (Joaçaba/SC). Ingressou no ano de 1944 e concluiu em 1947. No ano seguinte foi a Porto Alegre onde cursou o segundo grau e curso superior na Universidade Federal onde se formou em Engenharia Civil. Casou com Shirley Maria Rossato, nascida em 10/03/1931. Residem em Porto Alegre/RS. Darcy é falecido.
1.3.2.1 - Rosane Maria – nascida 22/04/1958. Casada com Fernando.
1. 3.2.1.1 - Beatriz Carolina – nascida em 31/08/1959.
1. 3/2.1.2 - Simone Regina - nascida 3/11/1961.
1.3.3 – Doli Rorato – nascido em 17/02/1936 em Faxinal do Soturno/RS. Estudou com o Professor Estivalet Pires e Dona Cecília Iolita Goss Cordeiro na escola isolada até 1943, quando foi inaugurado o novo prédio do Grupo Escolar Deodoro. Nesta escola cursou e se formou no “regional”. Casou com Adiles Olímpia  Giotto, nascida em 09/02/1933.
1.3.3.1 Paulo Roberto Rorato – nasceu em 23/03/1955, casou com Rute Picklles, nascida em 13/11/1958.
1.3.3.1.1. - Marina Picklles Rorato - nascida em 05/05/1986.
1.3.3.1.2 - Nicholas  Rorato Ferreira -
1.3.3.1.3 - Mariana Rorato Ferreira -
1.33..2 - Taísa Ines Rorato – nascida em  28/04/1958.
1.3.4 - Jacir Rorato  - Nasceu em Concórdia e faleceu aos 7 anos de idade.
1.3.5 – Odila Terezinha Rorato – Nasceu em Concórdia. Estudou no Colégio São José das Irmãs da Congregação do mesmo nome. Casada com Darley Altimo Cerioli, nasc. 05/08/1938  (falecido).
1.3.5.1 - Marco Antonio Cerioli – nascido 21/01/1956 em Concórdia. Casou com Liane Garcez. Reside em Porto Alegre.
1.3.5.2.1 – Stefani  Cerioli – nascida em  14/10/1995.
1.3.5.3.2 – Marco Aurelio Cerioli – nascido 12/07/1959 em Concórdia. Casado com Lais Pereira Campos, nascida em 04/10/1964. Reside em Porto Alegre.
1.3.5.3.3- Amanda Cerioli – nascido 13/07/1994.
1.3.5.3.4 - Maria Regina Cerioli – nascida em 22/09/1962, em Concórdia, casada com Paulo Closs. Reside em Porto Alegre.
1.3.5.3.4.1– Giulia Closs – nascida em 14/12/1993 Nasceu em Concórdia.
1.3.6 - Irineu Rorato – nascido em 17/08/1941 em Concórdia. Iniciou seus estudos no Colégio São José. Posteriormente foi ao Seminário Palotino em Vale Vêneto/RS. Voltando a terra natal concluiu seus estudos em contabilidade no Colégio do CENEC. Casou com Neiva Anzanello, nascida em 28/12/1946.
1.3.6.1 - Scheila Cristina Rorato – nascida em 01/02/1969 em Concórdia.
1.3.6.2 - Rafael José Rorato – nascido em  12/07/1978 em Concórdia.


1.4 – Ema Matilde Rorato – Nasceu no dia 16 de junho de 1909, em Vale Vêneto. Não temos mais dados sobre esta pessoa.
1.5 – Aldo Pio Rorato – nasceu no dia 24 de outubro de 1910, em Vale Vêneto. Contraiu matrimônio com Helena Nogara. Aldo era dono de um ônibus.
1.6 – Elza Laura Rorato – nasceu em Vale
Vêneto, no dia 30 de setembro de 1912. Faleceu em 26 de junho de 1916. (crupe)
1.7 – Arthur Ivo Rorato – Nasceu em Vale Vêneto no dia 25 de janeiro de 1915. Esposou com Amábile Sangoi, no dia nove de novembro de 1946, em Silveira Martins. Residiram em Vale Vêneto. Tiveram do quatro filhos.
Milton José - mora em Santa Maria -RS; Vilson Luiz - mora em Campo Grande - MS.;Enio Carlos reside em Curitiba e Solange Terezinha - reside em Rio Brilhante - MS. (Obrigado Enio Carlos pelas informações)
1.8 – Zita Rosália Rorato – nasceu no dia cinco de outubro de 197. Casou com Francisco Noal, no dia 22 de fevereiro de 1941, em Vale Vêneto. Residiu em Porto Alegre, mercado.
1.9 – Higino Odone Rorato – nasceu em Vale Vêneto, no dia 12 de março de 1921. Falecido em 09.06.2004. Casou com Dionorá Dotto, de Caçapava do Sul.
1.10- Aquilino Ático Rorato – nasceu no dia 18 de agosto de 1923. Casou com Édina Anita Rizzatti, em 20 de janeiro de 1951. Residiram em Silveira Martins.
11- Gema Célia Rorato – nasceu em 11 de outubro de 1925. Casou com Artur Rafael Iop, em 22 de outubro de 1949. Residiram em Santa Maria.

2 – Padre Agostinho Marcello Rorato – Nasceu em Chiarano, no dia 5 de março de 1881.


CLIQUE AQUI para saber sobre o Padre Agostinho.



Padre Agostinho Marcelo Rorato (Palotino)
3 – Umberto Domênico Rorato – nasceu em Chiarano, no dia 13 de julho de 1883 e chegou ao Brasil com quatro anos de idade. Casou com Lúcia Forzin, filha de Giovani Forzin e Regina Iop, em 26 de fevereiro de 1906, em Vale Vêneto. Lúcia nasceu no dia 28 de novembro de 1885. Residia em Mata. Filhos: Maria Regina, Ema Ana, Ilda Josefina, Laura Persilda, Otília Catarina, Agostinho, Alvarina Maria, Malvina, Onorina Orácia e Albertina Rosália. Descendentes do casal moraram em Mata, São Luiz Gonzaga (Serrinha) e Santa Maria.
Família de Umberto Domênico Rorato
3.1 – Maria Regina Rorato – Nasceu em vale Vêneto, no dia seis de junho de 1907. 3.2 – Ema Ana Rorato – nasceu em 12 de novembro de 1912, em Vale Vêneto. Casou com Jacob Ermílio Maurer, nascido em 1905, em São Pedro do Sul.
3.3 – Ilda Josefina Rorato – nasceu em Vale Vêneto, no dia 22 de junho de 1914.
3.4 – Laura Persila Rorato – nascida em Vale Vêneto, em 29 de julho de 1916. Casou com Fioravante Storgato, no dia sete de janeiro de
1951, em General Vargas.
3.5 –Otília Catarina Rorato – nasceu no dia 5 de setembro de 1918.
3.6 – Augusto (Agostinho) Marcello Rorato – nasceu em Vale Vêneto, no dia 11 de novembro de 1919. Casou com Adélia Maria Friggi.
3.7 – Alvarina Maria Rorato – nasceu em Vale Vêneto, no dia 8 de janeiro de 1921. Casou com no dia nove de dezembro de 1946 em Faxinal do Soturno. Aquilino Ceolin, de Novo Treviso, nasceu em 12.03.1921 Trabalhou com Alexandre Rorato, no hotel, e na casa canônica do Padre Agostinho. Faleceu em 22.05.1960, está sepultado em Novo Treviso.
3.8 – Malvina Rorato – nasceu no dia 27 de outubro de 1922, em Vale Vêneto.
3.9 – Onorina Orácia Rorato – nasceu em vale Vê
neto, no dia dois de julho de 1924. Casou no dia 25 de setembro de 1950 com..........
3.10- Albertina Rosália Rorato – nasceu no dia 12 de novembro de 1926, em Vale Vêneto.
4 - Eugênio Telesforo Rorato – nascido em Chiarano, no dia 5 de janeiro de 1885 e chegou ao Brasil junto com seus pais com dois anos de idade. Faleceu em 16 de setembro de 1932. Era solteiro.

Eugênio Tesforo Rorato
5 – Ângela Graziosa Rorato – nasceu em Cavaglier, em 10 de agosto de 1886 e chegou ao Brasil com um ano de idade. Casou com Epifânio Cinazzi que nasceu em Chiusaforte, Udine, no ano de 1880. Chegou ao Brasil em 12.01.1893. Epifânio era filho de Luigi Cinazzi e Santa Dala Mea. Ângela faleceu em 17 de abri de 1937. Residiram em Silveira Martins. O casal teve quatro filhos.
5.1 – Edite Maria Cinazzi – natural de Silveira Martins, nasceu em 11 de setembro de 1922. Casou com Atílio Balest, em 18 de setembro de 1948, em Silveira Martins.
5.2 –Lina Ana Cinazzi – nasceu em 27 de maio de 1924, em Silveira Martins.
5.3 –Maria Gema Cinazzi – nasceu em Silveira Martins, no dia 2 de fevereiro de 1926.
5.4 –Hélio Antônio Cinazzi – nasceu no dia seis de nove
mbro de 1929 em Silveira Martins.
6 – Ângelo Fortunato Rorato – Foi o primeiro filho de Francesco e Maria Polidoro, nascido no Brasil. Nasceu no dia 16 de agosto de 1887, quatro meses após a chegada da família ao Brasil. Portanto, Ângelo foi gerado na Itália e imigrou para o Brasil no ventre de Maria, sua mãe. Casou com Rosa Dal Forno, terceira filha dos imigrantes Giovani Dal Forno e Demétria Bortognoli em Pau Fincado, no dia dois de janeiro de 1891. Após fixaram residência em Salto do Ijuí, interior do município de Ijuí.
Família de Ângelo Rorato
6.1 – Idalina Demétria Rorato – nasceu em Vale Vêneto, no dia dois de maio de 1913. Casou com Ernesto Vilani (in memorian).
Dal Forno.
6.2 – Egídio Teolesto Rorato – nasceu em Vale Vêneto no dia 10 de março de 1915. Casou com Delinda Valandro. Faleceu em quando internado no Hospital de Ajuricaca, às 9 horas do dia 13 de maio de 2004.
6.3 – Maria Josefina Rorato – Freira
6.4 - Vitélio João Rorato – (in memorian) Nasceu em Vale Vêneto no dia 17 de dezembro de 1919.
6.5 - Olímpio Santo Rorato – nasceu em Ribeirão, no dia 26 de março de 1921. Casou com Adalgisa Mioso.
6.6. - Ester Rorato – nasceu em Vista Alegre no dia 21 de abril de 1923. Casou com Eduardo de Jesus (in memorian), agricultor.
6.7 - Marino Rorato – nasceu em Vista Alegre no dia 26 de julho de 1925. (in memorian)
6.8 - Arthur Reinaldo Rorato – nasceu em Ijuí no dia quatro de fevereiro de
1927. Casou com Leopoldina Vieira, falecida em 27 de julho de 2005. Atualmente residem em Passo Fundo. Faleceu no dia 17 de Abril de 2008,. Natural de Ijuí foi comerciante em Passo Fundo,
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Arthur Roratto empresário e esportista : de Meirelles Duarte (Passo Fundo-RS.) Aos 81 anos, foi sepultado na última quinta-feira (17), o estimado e conhecido empresário, e grande esportista, Arthur Roratto. Depois de ter nascido, dia 4 de fevereiro de l927, em Ijuí, e ter em seus primeiros anos de vida desempenhado atividades agrícolas com seu pai e irmãos, Arthur sentiu que suas aptidões estavam voltadas para o comércio. Deixou a lavoura e foi trabalhar na construção civil onde se tornou um grande profissional, especialmente na colocação de parquês, inovação da própria atividade e que poucos tinham as condições que ele possuía. Trazido para Passo Fundo para trabalhar com os maiores construtores que havia, deixou esta atividade, temporariamente, e foi para uma empresa de ônibus que fazia o trajeto Passo Fundo-Ciríaco. Lá conheceu uma jovem que seria sua esposa, Leopoldina Vieira, cujo casamento ocorreu dia 7 de fevereiro de l956. Depois dos ônibus, ainda atraído pela construção civil, fundou a Casa das Tintas, que servia a todas as empresas de construção da cidade e região. Progrediu muito ao ponto de criar uma rede de lojas com filiais em Getúlio Vargas, Chapecó, Santo Ângelo e Lajes, entregando cada loja para um filho seu. Com o ingresso dos filhos em faculdades, as lojas foram vendidas, ficando somente a que possuía em nossa cidade, como, aliás, até hoje a mantém seu filho Amilton. Já aposentado, transferiu residência para Camboriú, onde foi com a esposa em l990 de lá retornando em 2001. Leopoldina, que se destacava em atividades filantrópicas através da Igreja, veio a falecer dia 27 de julho de 2005, aqui sendo sepultada. Os filhos de Arthur: Nara, engenheira civil, Naerton Luiz, piloto civil, Amilton, empresário, Renato, professor universitário em Criciúma, Ronaldo, diretor de jornal em Chapecó, Adilson, empresário, e Carmem Rosa, do comércio. Teve 13 netos. Como esportista era ardoroso torcedor e grande colaborador do 14 de Julho, tendo presidido o clube colorado em l968. Foi um grande nome do bolão, sendo diretor do Centro Social Santa Teresinha quando existia este esporte por lá. Participou de campeonatos estaduais na então seleção passo-fundense de bocha, e, atualmente, fazia parte do grupo de bocha nos encontros na chácara do empresário Adelar Marcondes. Atualmente torcia e contribuía com o Passo Fundo, pois não admitia nossa cidade sem futebol, ou com futebol de baixa qualidade, como, infelizmente, estamos hoje testemunhando. Mesmo filho de Ijuí, foi um passo-fundense adotivo que muito amou e contribuiu com nossa cidade, com o bolão, a bocha e o futebol.
6.9 - Zita Rorato – nasceu em Ijuí, no dia 14 de fevereiro de 1929. Casou com Pedro Vilani.
6.10 - Antônio Rorato – nasceu em Ijuí, no dia cinco de maio de 1931. Casou com Geni Barros.
3.6.11 - Nayr Rorato – nasceu em Ijuí, no dia 11 de agosto de 1934. Casou com Carlito Carneiro de Lima.
7 – Giovanni Pietro Rorato (João Pedro) –
Foi o primeiro filho genuinamente brasileiro, gerado e nascido no Brasil, em Vale Vêneto, no dia 17 de outubro de 1889. Casou com Virgínia Dotto, filha de Pietro Luigi e Ângela Casarin, no dia 13 de novembro de 1912, em Vale Vêneto. O casal teve 12 filhos. Era conhecido por “Joanin”. Foi um dos fundadores da Banda Giuseppe Verdi, em julho de 1922, e tocava clarinete. Trabalhou como gerente numa loja de uma cooperativa em Vale Vêneto. Depois se dedicou a atividade agrícola. Viveu o restante de sua vida em Santa Maria.

João Pedro Rorato
7.1 – Leocádia Águeda Rorato – nasceu no dia 5 de fevereiro de 1914, em Vale Vêneto. Casou com Amarante Soccal, no dia 12 de maio de 1934, em Vale Vêneto. Residia em Dona Francisca. Ela era costureira e ele dono de hotel.

Recebi um e-mail do Uruguai, do Sr. Liús M. Soccal Rorato que relata o seguinte: Yo soy Luis Moacir Soccal Rorato, hijo de leocadia, nieto de joao pedro, bisnieto de Francesco Giacomo e esposa Maria Pollidoro.
Tengo unos cuantos datos para aportar, pero lo voy a hacer con calma en otra oportunidad, no queria dejar pasar esta oportunidad por que coincide la fecha, hoy 12 de mayo hace 75 años que mis padres se casaron, y no el 13 como dice en el blog.
Tengo a la vista una tarjeta de las bodas de oro, ocurrida en el año 1984.
Ellos emigraron para el uruguay en 1948, estan fallecidos (Amarante 1987, y Doña Leo, como era conocida, en 2005) y enterrados en Artigas, uruguay, donde vivieron desde 1956
Un abraço de Luis Soccal.
7.2 – Germano Rorato – nasceu em Vale Vêneto, no dia 31 de janeiro de 1916. Casou com Cecília de Moraes, no dia 14 de janeiro de 1943, na Catedral Diocesana de Santa Maria. Germano, foi funcionário da Gráfica Palotti desde os 11 anos de idade. Filhos:Ione Maria- Vera Terezinha - Renan
7.3 – Benedito João de Deus Rorato – (Bento) nasceu em Vale Vêneto, no dia 21 de março de 1918. Casou com Luísa Maria Zago, no dia sete de janeiro de 1942. Reside em Silveira Martins. Era pedreiro. Colaborou muito com a Casa de Saúde Madre Imilda de Silveira Martins.
7.4 – Aida Carina Rorato – nasceu no dia sete de novembro de 1919, em Vale Vêneto. Casou com Rodolfo Raimundo Klisves, ou Glitzner, no dia 31 de janeiro de 1940, em Vale Vêneto. Não tiveram filhos. Rodolfo já é falecido em 1996 e está sepultado no cemitério Santa Rita em Santa Maria. Ainda por opção vive só, em sua casa.
7.5 – Lino Pedro Rorato – Nasceu em Vale Vêneto, no dia 10 de setembro de 1922. Faleceu em 22 de dezembro de 1923.
7.6 – Lina Margarida Maria Rorato – nasceu em 22 de fevereiro de 1925. Solteira.
7.7 – Laurindo André Rorato – nasceu em Vale Vêneto, no dia seis de maio de 1927. Casou com Romilda Mainardi nascida em 28/01/1936, filha do primeiro casamento de Antônio Mainardi e Luiza de Pellegrin.
7.8 - Reinaldo Roque Rorato – nascido no dia 5 de janeiro de 1930, em Vale Vêneto. Casou com Ivani Maria Forgiarini, em 07 de janeiro de 1950 em Lavras do Sul.
7.9 – Léo Vasco Rorato – nasceu no dia 27 de outubro de 1932. Casou com Eva Rodrigues em Silveira Martins no dia 27 de outubro de 1959. Residiram em Santa Maria.
.7.10 - Terezinha Rorato – nascida em Vale Vêneto no dia 29 de julho de 1935. Residia em Porto Alegre.
7.11- Hespedito Severo Rorato – nasceu em Vale Vêneto no dia seis de janeiro de 1939. Casou com Ednir Martins Coelho, no dia 18 de maio de 1968 em Santa Maria.
8 – Maddalena Maria Rorato – nasceu em Vale Vêneto, no dia 21 de julho de 1821. Casou com Romano Ricieri Dotto, em 30 de julho de 1913, em Vale Vêneto. Romano era filho de Ângelo Dotto e Líbera Noal. O casal foi abençoado com 11 filhos.

Romano R. Dotto e Maddalena M. Rorato
8.1 – Olímpia Lúcia Dotto – nasceu em Vale Vêneto no dia 36 de junho de 1914. Casou com Olindo Abel Giacomini, no dia 27 de abril de 1910 em Vale Vêneto.
8.2 – Célia Marina Dotto – Casou com Ângelo Dalanora, no dia seis de setembro de 1941, em Vale Vêneto.
8.3 – Lina Líbera Dotto – nasceu em São Pedro do Sul, no dia cinco de outubro de 1917.
8.4 – Hugo Ricieri Dotto– nasceu em São Pedro do Sul, no dia 13 de novembro de 1920.
8.5 – Leondina Lurdes Dotto- nasceu no de 1922, em São Pedro do Sul.
8.7 – Onorina Maria Dotto – naesceu em São Pedro do Sul, em 23 de outubro de 1023..8.8 – Vítor Dotto – nasceu em São Pedro do Sul, no dia 21 de maio de 1925. Casou com Oliva Rosa Dalmolin, no dia 26 de abril de 1952 em Pinhal Grande.
8.9 – Dália Lucrécia Dotto – nasceu em Vale Vêneto, no dia sete de dezembro de 1930.
8.10- Ênio Antônio Dotto – nasceu em 20 de abril de 1932, em vale Vêneto. Casou com Líria Lucca, em Vale Vêneto no dia 25 de julho de 1962.
8.11- Valmir Dotto - nasceu em Vale Vêneto, na data de 1º de dezembro de 1933. Casou com Ermelinda Weber, em Silveira Martins.
8.12 –Normélia Ângela Dotto – nascida em Vale Vêneto, no dia 3 de abril de 1936.
9 – Domênico Giuseppe Rorato (Domingos José) – nasceu em Vale Vêneto em 07 de julho de 1893. Casou com Elizabetta Marcuzzo, no dia 13 de setembro de 1916 em Vale Vêneto. Elisa, como era conhecida, nasceu no dia 24 de setembro de 1896. Era filha de Giuseppe Marcuzzo e Luigia Girotto. Giuseppe (n. 15.06.1847 - Faé) era um imigrante de Oderzo, Treviso, casado primeiro com Catterina Catallan, da qual teve dois filhos; Cândido e Geremia. Catterina durante a travessia do mar veio a falecer e foi jogada às águas. Viúvo casou com Luigia também viúva (era casada com um membro da família Iop) e teve os filhos; Antônio, Marieta, Catarina, Ângela, Luiz, Mariano, Josefina, Elizabetta e João. Giuseppe e Maria casaram e deste casamento nasceu Elisabeta. Domingos José morreu em 31 de maio de 1971. Elisa faleceu em 21 de dezembro de 1977.
José possuía uma propriedade agrícola em Vale Vêneto e era funcionário público federal da EBCT, onde se aposentou. Duas vezes por semana, passava boa parte do dia fora de casa. Deixava sua família pela madrugada, montado num cavalo, e mais tarde de ônibus, e se dirigia de Vale Vêneto, subindo a serra chegava a Silveira Martins, passando por Camobi, até chegar a Santa Maria, entregar e receber as correspondências e depois fazer o caminho da volta. Chuva ou sol, frio ou calor, o trajeto deveria sempre ser cumprido. Quando adoecia (certa feita fraturou um dos pés), ou deveria atender uma obrigação da família, era seu filho homem mais velho, Atanásio, que o substituía. Com o trabalho do correio e o serviço da roça, criou todos seus filhos. José tinha temperamento forte, sisudo e sério. Morava a um quilômetro de Vale Vêneto. Em 1965, sua casa foi tombada por um vendaval. Felizmente todos sobrevieram. José com os filhos ainda solteiros foi morar na vila. José tinha dotes musicais. Foi fundador da banda Giuseppe Verdi e tocava bumbo e João, seu irmão, o clarinete. A banda foi fundada em julho de 1922, juntamente com outros 18 tocadores e 40 sócios. A banda cessou suas atividades em 1950. A finalidade da banda era animar festas das comunidades da região. Uma das principais características da banda era de costume no dia primeiro do ano, passar em frente a cada casa do povoado de Vale Vêneto e executar uma música, felicitando as pessoas pelo Ano Novo. José e Elisa tiveram 11 filhos, todos nascido em Vale Vêneto.

Família de Domingos José Rorato
9.1 – Carmelinda Aurélia Rorato – Solteira, morou no centro do Vale. Seu nascimento aconteceu em 5 de julho de 1917. Faleceu com 85 anos de idade no dia 16 de agosto de 2002, em Vale Vêneto.
9.2 – Alda Rorato – nasceu em 18 de outubro de 1918, é casada com Alfredo Desconzi, em 23 de setembro de 1942, em Vale Vêneto. Alfredo é filho de Benjamim Desconzi e Lúcia Cremonese, e nasceu em 10 de outubro de 1916. Alfredo aposentou-se trabalhando na Olaria Desconzi, em Santa Maria. O casamento resultou em 8 filhos, todos nascidos em Santa Maria.
9.3 –Atanásio Rorato – nasceu em 19 de setembro de 1920. Casou no dia 23 de agosto de 1947, com Clotilde Maria Dotto, nascida em 5 de maio de 1923, na Linha da Glória. Atanásio faleceu em 7 de maio de 1999 em Santa Rosa. Foi sócio fundador da comunidade católica N.S. de Fátima de Esquina Londero, Horizontina onde criou seus 5 cinco filhos.
9.4 – Hermenegildo Luís Rorato – Nasceu em 17 de julho de 1922. Era agricultor. Conhecido como Luís. Casou com Dilma Matilde Bortolazzo em 09 de agosto de 1951 em Vale Vêneto. Dilma nasceu em Ribeirão, no dia 10 de setembro de 1926 e faleceu em 31 de maio de 1990, em Vale Vêneto. Era filha de Pedro João Bortolazzo e Maria Pozzobon. O casal foi abençoado com 6 filhos.
9.5 – Valdemar Eusébio Rorato – Nasceu em 06 de janeiro de 1925. Morreu solteiro. Faleceu, em 31 de maio de 1994, em Vale Vêneto.
9.6 – Ático Eusébio Rorato – nasceu em 13 de fevereiro de 1927. Casou com Leontina Virgina Dotto, em Vale Vêneto, em 08 de agosto de 1959. Faleceu repentinamente após uma parada cardíaca, na madrugada de uma véspera de Páscoa, dia 2 de abril de 1961. O casal de um filho: Heitor
9.7 – Nelson Marcelo Rorato – nasceu em 15 de julho de 1929. Exerceu suas atividades como açougueiro na Linha Cinco, próximo ao Clube Caravelle. Aposentou-se exercendo esta atividade. Casou com Inês Bortoluzi, filha de Paulo Bortoluzzi e Assunta Bortolazzo. Todos os filhos nasceram em Vale Vêneto.
9.8 – Olinto Mariano Rorato – Nasceu em 27 de maio de 1930. Dedica-se a agricultura, plantio de arroz e milho e criação de suínos. É solteiro. Mora com a família de seu sobrinho Gilberto, em Vale Vêneto.
9.9 – Anair Maria Rorato – casada com Alcides Giacomini. Nasceu em 28 de abril de 1935. Logo após o casamento fixaram residência em Manuel Viana, onde eram proprietários de um armazém. Lá nasceram os seus filhos. Reside Atualmente o casal reside próximo a RST 149, no km 136, já no perímetro urbano de São João do Polêsine.
9.10- Adagir Celestino Rorato – nasceu em 08 de julho de 1938. Casou com Nilva Zanini, em 24 de abril de 1971, em Vale Vêneto. Nilva nascida em 15 de abril de 1944, é filha de Primo Zanini e Josephina Guarienti. Reside em Faxinal do Soturno. O casal teve 3 filhos.
9.11- Irineu Francisco Rorato -Casado com Ziledan de Castro Alves, na cidade de Curitiba. Nasceu em 21 de setembro de 1943, e residem atualmente em Fortaleza-CE. Não tem filhos.
10 – Giuseppina (Josefina) Rorato – É a filha caçula de Francesco. Nasceu em Vale Vêneto, no dia 20 de fevereiro de 1895. Era conhecida por Tia Pina. Casou com José Pozzobon, no dia 12 de julho de 1916, em Vale Vêneto. José nasceu em 25 de maio de 1896 e faleceu em Três Vendas em 2 de março de 1963. Era filho de Domênico Pozzobon e Regina Luiza Dotto. O casal teve 8 filhos ,todos nascidos em Três Vendas.
10.1 – Oscar Amaro Pozzobon – nasceu no dia 18 de abril de 1917. Casou com Cândida Maria Moro, em três vendas, no dia 14 de outubro de 1939.
2 – Alfredo Agostinho Pozzobon – nasceum em 2 de julho de 1918. Casou com Judite Maria Tascheto em 15 de julho de 1944, em Três Vendas.
10.3 – Nodário Domingo Pozzobon – nasceu em 8 de novembro de 1920. Casou com Alvina Concari, no dia 15 de julho de 1944, em Três Vendas.
10.4 – Almerinda Maria Pozzobon – nasceu no dia 14 de junho de 1922. Casou no dia 18 de julho de 1942, com Antônio José Tascheto, em Três Vendas.
10.5 – Ataídes Francisco Pozzobon – nasceu em 21 de julho de 1924. Contraiu matrimônio com Carmelina Nogara, em São João do Polêsine, no dia 24 de junho de 1950.
10.6 – Vasco Dari Pozzobon – nascido no dia 18 de junho de 1928. Casou com Mafalda Nogara, em São Rafael, no dia 23 de maio de 1951.
10.7 – Dácio José Pozzobon – nascido em 31 de agosto de 1931, casando com Gema Tascheto no dia 23 de julho de 1955, em Três Vendas.
10.8 – Nelson Rui Pozzobon – nascido na data de 13 de dezembro de 1933. Casou com Deolinda Catarina Nogara, em 25 de julho de 1959.
10.9 - Izolina Pozzebon - casada com Eli Cirolini e residente próximo do Posto Fuzer em São Miguel, município de Restinga Sêca - RS.
10.9.1-Izabel Cristina Cirolini - casada com Gilberto Moro, residem em São Miguel, Restinga Seca-RS. tem 2 filhos:
10.91.1-Vinicius Gabriel Moro
10.9.1.2- Rafael Augusto Moro.
10.9.2 - Regina Cirolini - solteira. Reside em São Miguel, Restinga Seca-RS

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

FAMÍLIA DE GIOVANNI BATISTA RORATO e TEREZA BIGATON RORATO

Giovanni Battista chegou um ano após seus irmãos na Quarta Colônia e se estabeleceu em Ribeirão.


Giovanni Batistta Rorato, era o primogênito de Ângelo e Maria. Nasceu em Chiarano, no dia 21 de janeiro de 1846. Chegou ao Brasil, no vapor Giulio Masin, um ano depois de sua mãe e seus irmãos, em 03 de janeiro de 1888, casados, com 42 anos de idade, na 2ª turma dos Rorato. Veio para o sul atrás dos familiares, em quanto os outros integrantes do grupo permaneceram em São Paulo. Levando-se em consideração a idade de Giovani, provavelmente Ângelo e Maria contraíram núpcias no ano de 1947. Giovanni Batistta casou com Thereza Bigatton, (nasc. 21.02.1854) no dia 21 de novembro de 1871. Faleceu em Ribeirão em 11 de outubro de 1923. Sua esposa Tereza nasceu em Meduna di Livenza e veio ao Brasil com 34 anos de idade. Nascida no dia 21 de fevereiro de 1854 e falecida em 27 de março de 1932, em Ribeirão. Era filha de Osvaldo e Domênica Bigatton. Giovanni veio ao Brasil já casado, em 3 de março de 1888. Cogitasse, pois não temos informações concretas, que a primeira cirurgia feita na região foi no ano de 1947, em Ribeirão, e foi em Giovanni Batistta. O mesmo havia sido acometido por um problema intestinal, hérnia estrangulada, e que segundo o médico, que viera de Cachoeira do Sul, só uma cirurgia o salvaria. Esta foi feita na dura sorte. Comenta-se que seus gritos de dor ouviam-se a grande distância. Giovanni se estabeleceu em Ribeirão com um moinho colonial em sociedade com seu irmão Isaco, sendo mais tarde desfeita a sociedade. De seu casamento com Tereza, resultaram os seguintes filhos: Carlota, Celestina, Giachino, Ângelo, Genoefa, Vittório, Beniarmino, Frederico, Sílvio, Maria Belmira e Palmira Emília.
1 . Carlota Rorato - nascida em Chiarano, no dia 6 de dezembro de 1872. Veio ao Brasil junto com seus pais, tendo 16 anos de idade. Casou em Vale Vêneto com Michelle Paganotto, no dia 10 de abril de 1891. Residiram em Ribeirão. Miguel, como era conhecido, exercia as funções da lida agrícola e era sapateiro, Consertava e fazia sapatos com formas vindas da Itália. Identificamos dois de seus filhos: Lucia casada como Luiz Baldissera Mariano Paganoto casado com Ignez Dotto.
Via e-mail recebi as seguintes informações: sou Darcy Anna Paganotto "religiosa". Entrei no site da história da família Rorato e vi que Carlota Rorato era minha avó e meu pai, Usílio Luiz Paganotto, era filho caçula dela. Os filhos dela, eam: Mariano, Francisco, Severino, Antonio, Ginilo (falecido), Sibilio, Darcy, Theonilo, Gelsa, Celia, Giselma, Jovino (falecido). Danila casada com Carlos Vaz. Genilo casado com Terezinha Comin. Sibilo casado com Rosa da Silva. Theonilo, casado com Ivone Silva. Gelsa casada com Afonso Toniolo, Célia casada com Emir Pedrolo. Giselma casada com Wagninton de Paiva.
Nota do blog: Obrigado pelas informações Darcy! Foram muito importantes para o nosso trabalho de resgate da história da família.


2 . Celeste Rorato (Celestina) - Nasceu em Chiarano, no dia 26 de março de 1874. Casou com Luigi Bevilácqua, em 29 de abril de 1891. Luigi nasceu em Piavon - TV., em 30.08.1869 e era filho de Davide e Maddalena Caberlotto. Tiveram os seguintes filhos: Antônio, Giovani, Davide, Maddalena, Augusta, Francesco, Oxílio, Tereza e Pietro.
3 . Gioachino Rorato (conhecido por Joaquim), - nascido em Chiarano no dia 26 de julho de 1876. Era conhecido como Joaquim, tradução de seu nome para o português. Quando chegou ao Brasil tinha 12 anos. Era irmão gêmeo com Ângelo. Casou com Maria Lazzari, no dia 20 de abril de 1904. Filhos: Fernando, Carlos, João, Francisco, Amália, Marcelina, Frederico.


Fernando Feliciano Roratto e Ângela Cossettin
4 . Ângelo Rorato - irmão gêmeo de Giachino, nasceu em Chiarano 26 de julho de 1876, como seu irmão, tinha 12 anos, quando aqui aportou. Era solteiro. Possuía deficiência visual. Adulto, foi encaminhado para o Rio de Janeiro, com o propósito de aprender o “Braile”. Pelas informações fornecidas, o mesmo aprendeu bem e rapidamente esta linguagem. Lá, conseguia sua sobrevivência, sozinho. No Rio faleceu e lá também foi sepultado.
5 . Genoveffa Rorato – Nasceu em Chiarano no dia 18 de março de 1878 e aportou no Brasil com 10 anos de idade. Casou com Ausílo Marchezan (ou Aussílio) em 8 de junho de 1896. Viúva casou pela segunda vez com Luigi Piveta em 21 de janeiro de 1906. Luigi faleceu com mais de 100 anos de idade. Ausílo era filho de Alessandro Silvério Marchesan, de Castelo di Godego. Vieram em 1886, assim como Luigi e Giuseppe, irmãos. Alessandro veio com a esposa Maria Zuchello e com o filho único Ausílo. Foram para Ribeirão – São João do Polêsine.
6 . Vitório Rorato – Nasceu em Chiarano no ano de 1880 e faleceu em 05 de junho de 1888, portanto, 8 meses após sua chegada no Brasil. Morreu de moléstia desconhecida, e foi sepultado em Vale Vêneto pelo Padre Schuster, registrado em Silveira Martins.
7 . Benjamino Rorato – Nasceu no dia 23 de junho de 1833, em Chiarano. Quando imigrou para cá tinha cinco anos de idade. Casou com Maria Bordignon, em Vale Vêneto, no dia 13 de setembro de 1908. Era mais conhecido por Benjamim. Do casamento, tiveram os seguintes filhos: Alexandre João, Ida, Genovefa, Eugênio, Olinto, Paulo, Tereza, Anastácio, Anastácia e Elisa.
7.1 – Alexandre João Rorato – Nasceu em Três Vendas, Restinga Seca, no dia 18 de novembro de 1910. Casou com Albina Pauletti. Viúvo casou pela segunda vez com Ângela Rosa Morin. Alexandre faleceu no dia 21 de dezembro de 1971. Do primeiro casamento vieram os filhos: Alfredo, Maria, Marcelino e Isvaldina Leonir. Do 2º casamento vieram: Célia, Nilsa, Odacir, Valdir, Orlandina, Idalina, Valderina, Valmi, Dionísio e Ordalina.
7.2–Ida Roratto – Solteira. Nasceu em Três Vendas. Está sepultada em São Caetano, Três de Maio.

Ida Roratto
7.3 –Genovefa Roratto - Nasceu em Três Vendas. Solteira.
7.4 - Eugênio Roratto – Natural de Três Vendas. Em 26 de fevereiro de 1937 casou com Adelina Bolzan, nascida em 12 de agosto de 1914. Após o nascimento dos primeiros filhos, imigraram para as terras vermelhas e férteis de Santa Rosa, hoje Três de Maio, em Santo Antônio, na esperança de uma vida melhor. Da descendência vieram 10 filhos, 26 netos e sete bisnetos, que veremos a seguir. Filhos: Vilson, Dilma, Nelson, Ari, Gabriel, Vitélio, Élio, Lauri, Clair e Irani.

Eugênio Roratto e Adelina Bolzan Roratto

7.5 – Olinto Roratto – nascido em 8 de agosto de 1927 e faleceu em 1º de março de 1996. Está sepultado em Santo Antonio. Casado com Henriqueta Pauletto. Ela ainda reside em Consolata – Três de Maio. Filhos: Olga Roratto, Carlos Roratto, Lourenço Roratto, Jacinta, Lucilia, Maria, José, Oscar, Jorge, Lúcia, e Ana.

Olinto Roratto


7.7– Paulo Roratto – casado com Ana Turra em Três de Maio. Paulo é falecido. Sepultado em São Caetano - Três de Maio. Filhos: Lauri
7.7 – Tereza Roratto – Solteira. Faleceu em julho de 2006.
7.8 –Anastácio Roratto –casado com Tereza...
7.9 – Anastácia Roratto – Freira.
7.10 - Elisa Roratto - Freira.
8 . Federico Roratto – nasceu em Chiarano, no dia 29 de setembro de 1884. Veio para o Brasil com quatro anos de idade. Casou com Henriqueta Casarotto, em 4 de setembro de 1912 em Vale Vêneto. O casal teve nove filhos: Flávia Tereza, Juliana, Ottília, Aldo, Olímpio, Valídio, Dilma, Maria e Lídia.


Federico Rorato e Henriqueta Casarotto
Dylma Julia e Otília

Dylma, Maria, Tereza e Validio.

9 . Sílvio Rorato – nasceu em Chiarano, no dia 20 de outubro de 1886. Veio para o Brasil com dois anos de idade. Casou com Catarina Dotto, em 30 de setembro de 1910. Filhos:
9.1-Iolanda
9.2-Udino
9.3-Geraldo Gentil
9.4- Genésio - nasceu no RS, casou comMaria Simion Rorato em Foz do Iguaçú.
9.5-Camilo Perpetuo
9.6-Atico
9.7-Eusebia - casou com Pedro de Nadai.
A família De Nadai chegou em Foz do Iguacu no ano de 1945, conhecendo assim, a família Rorato, que já possuía raízes profundas nessa terra. Deste encontro, casaram-se Euzébia e Pedro, no dia 12 de abril de 1947, sob a benção de D. Manoel Konner.

Casados, começaram uma nova vida, com inicio árduo, mas sempre de mãos dadas. Nao mediram esforços diante das dificuldades ao longo dos anos..Era um compromisso sério, com dedicação especial à educação e formação dos filhos.

Foram verdadeiros desbravadores , contribuindo e crescendo com a cidade de Foz do Iguaçu. Em 1972 a cidade sofreu um grande impulso demográfico econômico. A família Nadai, que era tradicional na cidade, teve visão empreendedora no momento em que a cidade precisava de melhorias na sua infraestrutura, sabendo que as belezas poderiam ser atrativos da cidade, transformando-se em destino turístico.

Com muita dedicação, o hotel Nadai inaugurou em julho de 1981 com 42 apartamentos, seguindo pouco tempo depois pela primeira ampliação, passando a ter 82 apartamentos e atualmente possui 130 apartamentos.


9.8-Celestino - nasceu no Rs, casou com Fermina Benitez e reside em Foz do Iguaçú.
9.9-
Anna Roratto, nascida em 30 de julho de 1933 e falecida com 36 anos. Casou com Iseu Antônio De Nadai, tiveram 9 filhos:

 
9.9.1  - Maria Rosa De Nadai  casada com Mario Wrobel,

9.9.2 - Darci de Nadai casado com Rosane,
9.9.3 - Lurdes Nadai casada com Aruzi Okano,  
9.9.4 - Dirce de Nadai casada com Odair Canelli,
9.9.5 - Jaci casada com Wilson Costa,
9.9.6 - Maria Aparecida,
9.9.7 - Jane Cecilia casada com Wilson Mantovani,
9.9.8 - Salete de Nadai casada com Roque Sutil e
9.9.9 - Diacir de Nadai casado com Elizabeth. 
Somos em 25 netos. As informações foram prestadas por Regiane Wrobel Duarte, filha de Maria da Rosa e Mário.

9.10-Perpetua Camila
10 . Maria Emília Belmira Rorato nasceu em Vale Vêneto, no dia 12 de junho de 1892. Solteira. Faleceu em Vale Vêneto, no dia 30 de junho de 1891.
11 . Palmira Emília Rorato (Palma) – nasceu em Vale Vêneto, em 25 de abril de 1893. Solteira, faleceu em quatro de dezembro de 1938.



Validio Roratto

Família de Ângelo Rorato e Maria Guttardo Rorato

O tronco dos Rorato no Sul do Brasil

Ângelo Rorato, nasceu em Chiarano, província de Treviso, região do Vêneto, norte da Itália. Não conseguimos datas referentes ao nascimento, casamento e morte do mesmo, pois faleceu na Itália. Casou com Maria Gottardo (foto acima), nascida em 1819, também em Chiarano. Filha de Giovani Batista Guttardo e Ana Manzatto. Maria veio viúva para o Brasil com seus filhos. Aqui aportou em 15 de abril de 1887, e aqui faleceu em 17 de outubro de 1989, dois anos após sua chegada. Foi sepultada em Vale Vêneto. O casal foi abençoado com 4 filhos: Giovanni Batistta, Filomena Francesco Giácomo e Isaco.

Certidão de Nascimento (2ª via) de Francesco Giácomo Rorato, feita em 1994 em Chiarano.

Maria Gottardo Rorato, instalou-se em Vale Vêneto, ficando próxima de seus filhos, que eram Filomena foi com sua família para São Rafael. Francesco permaneceu em Vale Vêneto e Isaco se estabeleceu em São João do Polêsine. Giovanni Batista, o filho mais velho, desembarcou no Brasil no ano seguinte, no dia três de janeiro de 1988, e se instalou em São Rafael. Giovanni chegou na colônia, juntamente com mais oito famílias de imigrantes, com 60 membros de várias regiões italianas.A matriarca faleceu há apenas dois anos após sua chegada, no dia 17 de outubro de 1889, com 70 anos de idade, e foi sepultada no primeiro cemitério de Vale Vêneto. Acredita-se que possa ter morrido provavelmente por aborrecimento e depressão, em função de sua idade e também pelas dificuldades da viagem e do sofrimento neste período de sua adaptação no novo mundo. Mas, seus briosos e guerreiros filhos, continuaram a saga desta senhora que foi exemplo de muita coragem e tenacidade no enfrentamento do grande desafio a que se propôs quando deixou a Itália. A esta mulher de fibra, devemos hoje a nossa existência e sigamos seu exemplo.